segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

CULTURA + INFÂNCIA + PÉSSIMO EXEMPLO FAMILIAR = DEPENDENTE DO FUTURO.



Fatores Culturais Influenciam Uso do Álcool Entre Crianças

"Um estudo inédito desenvolvido por profissionais do Hospital de Clínicas de Porto Alegre revelou que os hábitos, a cultura e o ambiente são fatores que potencialmente influenciam o uso de álcool na infância. A pesquisa teve como base a cidade gaúcha Flores da Cunha, na região da Serra, considerada o maior pólo produtor de uva e vinho do País".

Região da Serra Foi Alvo de Pesquisa

O alcoolismo na infância é um problema social que deve ser discutido por todos. Muito embora se saiba que a grande maioria dos casos ocorra por influência de amigos e colegas de escola, é preciso prestar atenção para a influência do ambiente familiar. Pesquisas já comprovaram que o uso abusivo do álcool pelos familiares é capaz de levar uma criança a despertar inocentemente o interesse pela bebida.

No entanto, uma pesquisa inédita no Brasil, realizada por profissionais do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) no Rio Grande do Sul, estudou a influência dos hábitos regionais na incidência do uso de álcool entre crianças. A coordenadora do estudo, a gastroenterologista do HCPA, Themis Reverbel da Silveira, teve o interesse despertado pelo assunto quando, ao tratar vítimas de cirrose hepática por álcool, notou que três eram oriundas de uma região tradicionalmente produtora e consumidora de vinho no Rio Grande do Sul: a Serra Gaúcha.


(meus pais, meus exemplos... Meus héróis morreram de Overdose!)

Estudo Revelou Consumo Superior a Um Litro por Semana

O trabalho, intitulado "Consumo de Bebidas Alcoólicas por menores de 15 anos residentes em um município de colonização típica italiana no Rio Grande do Sul", foi realizado no ano de 1991 junto a 92 famílias residentes na zona rural do município de Flores da Cunha. Após analisar os hábitos familiares e acompanhar de perto uma criança de cada família, a pesquisa revelou que 58,5% das crianças ingeriam algum tipo de bebida alcoólica. A alta incidência foi diagnosticada em crianças com idade entre oito meses a nove anos. "As mães têm o hábito de molhar o bico da chupeta da criança, ainda muito pequena, no vinho", afirmou Themis. Mas ela ressalta que nada é feito de forma intencional. O que leva os pais a essa atitude são os hábitos culturais daquela região, típica produtora de vinho.

O que preocupa a especialista é a quantidade de álcool consumida pelos menores. Em alguns lares foi verificado que crianças chegavam a ingerir 1,3 litro de álcool por semana, sem que o alto consumo fosse notado pelos pais. "Um volume muito alto que chama a atenção", afirma. Outro resultado interessante da pesquisa é que 75% das crianças que faziam uso regular do álcool, no caso vinho e cerveja, eram do sexo masculino e apenas 25% do sexo feminino. Para a gastroenterologista do HCPA, esse dado revela a imposição machista que predomina naquela região. "Os pais consideram normal que o filho homem beba, até pela sua condição de macho", disse Themis.


Hábitos dos Pais têm Influência Direta

Entre os 58,5% das crianças que ingeriam regularmente o álcool no ambiente familiar, 100% dos pais e 75% das mães tinham o hábito de beber diariamente. "Além disso, 51% dos entrevistados tinham produção própria de vinho e 2% produziam em casa a graspa, bebida obtida pela destilação da uva fermentada", informa Themis. Para ela, todo o trabalho serviu para mostrar a facilidade do acesso da criança ao álcool no ambiente familiar. "O 'terreno' naquela região é altamente propício para que menores de 15 anos, no futuro, venham a constituir grupo de risco", salientou.

Estudos realizados com crianças em períodos distintos indicou a redução da idade média de início do uso do álcool. Um trabalho elaborado no ano de 1993 junto a escolas de dez capitais brasileiras mostrou que a idade média era de 13 anos. Já em outra pesquisa feita no ano de 1997, com crianças que já estavam em tratamento, a idade média passou para 11 anos.

Para a médica clínica especialista em dependência química do Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Porto Alegre, Elaine Segura, só há um jeito de uma criança desenvolver a dependência pelo álcool: usando. Neste sentido, o comportamento familiar tem importância fundamental. "O consumo de álcool pelos pais ou parentes próximos despertam o interesse das crianças. Pode acontecer a aversão pelo álcool nesses casos, mas não é freqüente", salientou Elaine. A experiência de oitos anos no tratamento de dependentes junto ao Setor de Alcoolismo e Dependência de Outras Drogas do Hospital Conceição leva a especialista a acreditar que, em alguns casos, as crianças passam a consumir o álcool com o propósito inocente de proteger os pais.

Também há relatos de crianças que passam a adquirir o hábito influenciadas pelas mães, Elaine explica. "Como o vício não é socialmente aceito entre as mulheres, muitas vezes as mães pedem para seus filhos comprarem o produto no bar. Isso gera um hábito na criança", afirmou. Vale lembrar que a legislação brasileira proíbe a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos. Na teoria, pois na prática a situação é bem diferente no Brasil.

"Em hipótese alguma deve se oferecer álcool a uma criança, mesmo quando imperem fatores como tradição e cultura", destacou a médica do Conceição. Os efeitos do álcool no organismo de uma criança têm um impacto muito maior em relação aos adultos pois, antes dos 14 anos, o fígado ainda não está pronto para metabolizar o álcool.

Alcoolismo Precoce Dá Sinais Específicos

O alcoolismo precoce compromete o desenvolvimento, a coordenação motora e o funcionamento do fígado. O uso excessivo de bebidas pode afetar praticamente todos os órgãos e sistemas do organismo. O aparelho gastrintestinal é particularmente atingido. Podem ocorrer gastrites, úlceras, inflamação do esôfago, pancreatite e cirrose. Outros aparelhos atingidos são o cardiocirculatório (podendo ocorrer pressão alta, infarto do miocárdio) e o sistema nervoso (epilepsia, lesões em nervos periféricos).

O alcoolismo infantil dá sim, sinais claros. A combinação de três dos sintomas a seguir indica uso de álcool pelo jovem: mudanças bruscas de humor, isolamento, tonturas, inapetência, andar cambaleante, vermelhidão, enjôos, tremores, sonolência, agressividade e mau desempenho escolar. Ao diagnosticar o problema, os pais devem manter o diálogo aberto, mostrando o certo e o errado. Outra dica é buscar ajuda especializada para si mesmo.

Aumenta o Consumo Entre Adolescentes Brasileiros

Mesmo proibida para menores, a ingestão de álcool por adolescentes tem crescido nos últimos anos. Pesquisa feita em 1995, com 600 adolescentes do Rio de Janeiro e de São Paulo, revelou que 42% bebiam eventualmente, índice bem superior ao dos que usam maconha (4%) ou cocaína (1%). Outro estudo, realizado em 1996 pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas da Universidade Federal de São Paulo em dez estados brasileiros, mostrou que 19% dos jovens entre 10 e 18 anos tomavam bebida alcoólica mais de seis vezes por mês. Em 1989, esse índice era de 14%. Os que consumiam álcool cerca de 20 vezes por mês passaram de 8% para 12%.

Estudos apontam que 10% da população brasileira, aproximadamente 16 milhões de pessoas, são alcoólatras e que apenas 20% deles se recuperam. Outros estudos apontam que havendo motivação e apoio familiar, a eficácia dos tratamentos fica em torno de 50%. A internação, ainda vista como a melhor alternativa pelos familiares, é indicada em menos de 10% dos casos.


Biotônico Fontoura na Mira do Governo

Comprar para as crianças fortificantes que estimulam o apetite antes das refeições pode tornar-se um ato ilegal. Um projeto de lei que proíbe a venda em São Paulo de produtos como Biotônico Fontoura foi aprovado pela Assembléia Legislativa. Segundo a deputada estadual Edir Sales (PL), autora da idéia, os fortificantes fazem com que os menores se tornem alcoólatras, caso tenham predisposição à doença.

"O Biotônico Fontoura, por exemplo, tem o mesmo teor alcoólico do vinho branco. Poucas mães sabem disso e dão a seu filho esses produtos sem saber que podem estar criando um alcoólatra", afirmou. Alguns médicos, no entanto, afirmam que a proposta não tem nenhum embasamento científico.

O Conselho Regional de Farmácia do Distrito Federal (CRF-DF) também encaminhou denúncia ao Congresso Nacional acusando o fabricante do remédio Biotônico Fontoura, a DM Indústria Farmacêutica, sediada em São Paulo, de manter o teor alcoólico da medicação acima do tolerável. O biotônico tem 9,5% de etanol em sua composição, concentração maior à de uma lata de cerveja, que apresenta 5% de álcool, em média. Segundo o CRF-DF, o excesso de álcool no produto pode levar crianças à dependência.






Fonte: OMS.


GOPE/GOB – Programa Maçonaria Contra as Drogas – Em favor da Vida/2009.
APOIO: TJMPE e PAEL

Rev. Ielves camilo - Facilitador.

Ano:XIII/2009.

DROGAS e FETO: Os FATOS.


FETOS e os efeitos do Àlcool

A maior parte das mulheres consome álcool antes de saber que está grávida. Desta forma, fortalece-se que nem sempre os efeitos da bebida no crescimento e desenvolvimento normal dos fetos são nocivos.

Sem dúvida, está claro e comprovado cientificamente que beber de maneira crônica e exceder-se no consumo afeta o crescimento normal dos bebês. A OMS (Organização Mundial de Saúde), tem realizado estudos que demonstram a influência negativa do álcool quando consumido por mulheres durante a gestação. O dano não se apresenta na mulher, mas sim no feto que está se desenvolvendo no útero.



Efeitos prejudiciais mais freqüentes no feto:

- Malformações: no corpo, nos órgãos internos e, em parte dos sentidos.
- Síndrome de Down: atraso mental.
- Deficiências orgânicas: após o nascimento, a criança pode apresentar incapacidade de desenvolvimento normal, dificuldades de aprendizagem, defeitos de caráter, pobreza mental e espiritual.
- Morte: o excesso de álcool pode causar um aborto.

Como o álcool afeta o feto?

Qualquer quantidade de álcool, por menor que seja, pode por em risco o desenvolvimento do feto, produzindo deficiências físicas e mentais. Segundo a Dra. María Luisa Martínez, médica espanhola e conhecedora do tema, as bebidas alcoólicas penetram no feto, através da corrente sangüínea materna. Os danos são produzidos, porque a gestante elimina duas vezes mais rápido o álcool do seu sangue que o bebê, forçando-o a realizar uma tarefa para qual seus órgãos não estão preparados.
Martínez sustenta também que o álcool pode criar um déficit no coeficiente intelectual do bebê.

O que é síndrome fetal do álcool?

É um grupo de defeitos encontrados no nascimento. Os defeitos são físicos e mentais, resultados do consumo de álcool durante a gravidez. Como citado anteriormente, estes defeitos incluem atraso mental, déficit de crescimento, mau funcionamento do sistema nervoso, anomalias cranianas e desajustes de comportamento.

Segundo a OMS, a cada ano, 12.000 bebês no mundo nascem com a síndrome fetal do álcool. Alguns sintomas podem não serem óbvios até que o bebê complete uma idade entre 3 e 4 anos.
Em palavras coloquiais, a síndrome pode ser descrita como um "invólucro permanente" para o bebê, seu crescimento é tardio, sua capacidade intelectual está reduzida e apresenta maior risco de morrer durante a infância.

Existem programas de apoio?

Os programas de apoio são bastante escassos, as organizações que se encontram vinculadas são, na maior parte, fornecedoras de informações sobre o problema. A OMS realiza estudos onde são diagnosticados os efeitos do álcool nos embriões durante a gravidez. Do mesmo modo, a Organização sobre a Sindrome Fetal do Álcool presta apoio acadêmico para a prevenção do consumo de álcool em gestantes.

Sem dúvida, não existe nenhuma organização mundial de alcoolismo que preste apoio internacional, a maioria são entidades locais, e, em vários países, não existem.

Uma só dose traz danos?

Muitas pessoas crêem que o simples ato de tomar uma taça de vinho, no almoço ou no jantar, pode prejudicar de alguma maneira o embrião. Segundo especialistas, o organismo de cada pessoa é distinto e reage de maneira diferente ao álcool. Algumas mulheres podem - e de fato o fazem - ingerir vinho, em doses apropriadas, para combater o stress da gravidez, para relaxarem ou em ocasiões especiais.

Segundo o Dr. Luis Alberto Garza, têm importância a história genética da mãe e o comportamento frente ao álcool antes de ficar grávida. Neste sentido, mulheres com antecedentes familiares de alcoolismo e uma história pessoal de excessos, geralmente, apresentam maior risco de causar dano ao feto, sempre, e quando consuma álcool.

A solução: Educação

A solução não está em deixar de consumir álcool quando há um conhecimento do risco. Muitas vezes, o dano já foi provocado e não há modo de corrigi-lo. A Dra. Sonia Rincón afirma que muitos obstétras recomendam pequenas doses de álcool para mulheres grávidas como algo que traz benefícios. Isto pode não ser prudente, pois alguns organismos são diferentes de outros e não respondem de maneira igual aos estímulos do álcool.

Segundo a Organização sobre a Síndrome Fetal do Álcool, cerca de 20% dos nascimentos com defeitos congênitos são devido ao consumo de licor.

Desta forma, os fatores ambientais podem servir como apoio para que isto não se suceda. O apoio familiar, a companhia, um ambiente de harmonia e a colaboração daqueles que se encontram ao redor da mulher, no decorrer de sua gravidez, são um requisito fundamental para evitar o risco do consumo de álcool. Da mesma forma, o planejamento familiar pode contribuir para que não haja consumo de álcool nas primeiras semanas de gestação.

Fonte: OMS

Sugestão de Vídeo/Link:
Youtube: Álcool x Gravidez: http://www.youtube.com/watch?v=N5mEVhR3_ts.



GRANDE ORIENTE DE PERNAMBUCO/GOPE – GOB
Dr. Marcelo Braga Sobral – Psicólogo/Grão Mestre
APOIO: TJMPE e PAEL

Secretaria de Ação Paramaçônica e da Juventude – APJ
Profº. Manoel Freire Leite – Secretário Estadual.
Maçonaria Contra as Drogas – Em favor da Vida/2010.

Coordenador Estadual: Dr. Hailton Arruda
MJ PMPE/ARLS 6 de Março de 1817 – Recife/PE.

Facilitador: Rev. Ielves Camilo/GOPE/Recife – GOB.

CARNAVAL: Todo cuidado é pouco!




Carnaval - Saiba aproveitar com segurança e responsabilidade

Reflexão: "O Carnaval é um período de festa e folia. Para aproveitar esta folia e retornar das festas com segurança é importante controlar os abusos durante o carnaval. O álcool é o principal responsável pelos acidentes neste período. Não dirija se beber, você pode não ter uma segunda chance".
Acidentes automobilísticos e álcool

Quanto maior a concentração de álcool no sangue do motorista, maior probabilidade tem ele de provocar um acidente de trânsito.

O sistema nervoso é a sede dos principais efeitos do álcool, onde age como potente depressor. No Carnaval e em outras festas e feriados, são freqüentes os abusos do uso do álcool. E, como se pode suspeitar, é uma época perigosa para o tráfego nas cidades e estradas.

Existem várias razões que explicam o maior número de acidentes automobilísticos nesta época do ano:
- A maioria dos motoristas que viajam para as festividades de Carnaval são jovens; estatísticamente, são os jovens os que mais se envolvem em acidentes automobilísticos devido à sua menor experiência como motoristas.

- Existe a cultura do excesso do álcool no Carnaval, e são os jovens que mais fazem uso dele.

- A maioria dos que usam o álcool nesta ocasião não bebem com freqüência, tendo, assim, uma menor tolerância ao álcool. Estas pessoas geralmente subestimam o seu grau de embriagues, e acabam por dirigir.

- Os alcoólatras crônicos apreciam muito as festividades como o Carnaval, que dão a elas uma maior oportunidade "social" para beber. Os alcoólatras, diferentemente do usuário eventual de bebida, conseguem ingerir uma grande quantidade de bebida alcóolica, antes de se manifestarem sinais de embriaguez.

- As pessoas tem pressa em "chegar" ao seu destino - os dias de feriado são poucos, e todos desejam aproveitar o tempo ao máximo. Assim, existem ainda os efeitos do excesso de velocidade e das estradas superlotadas nestas ocasiões.

- Muitas vezes, as pessoas dormem pouco nestas ocasiões de Carnaval. O sono, associado à bebida, pode deprimir ainda mais o sistema nervoso central.

- Drogas algumas vezes são consumidas, afetando diretamente o cérebro e combinando seus efeitos com os do álcool.



Dosagem de álcool no organismo

Para finalidades médicas, seria ideal a determinação da concentração do álcool no sangue, no ar exalado ou na urina. Respeitando as tolerâncias individuais, a regularidade e a quantidade de ingestão alcoólica, tem-se que:
- níveis baixos (50-150 mg%) provocam leves sintomas de intoxicação, com desinibição, euforia, incoordenação motora leve a moderada — estes níveis geralmente não exigem a intervenção do médico;

- níveis moderados (150 a 300 mg%) acometem o sistema límbico e o cerebelo, originando sonolência, instabilidade emocional, fala arrastada, ataxia e diminuição das respostas motoras;

- níveis acima de 300 mg% acompanham-se de depressão mais acentuada das áreas anteriormente citadas e mais do sistema reticular ativador ascendente. Aumentam as disfunções motoras e cognitivas; há diminuição progressiva do estado de consciência, com letargia, estupor e coma.

- Com níveis muito altos (em torno de 500 mg%), predominam o acometimento bulbar com aprofundamento do coma, hipotermia, hipotensão e depressão respiratória. A morte ocorre raramente, estando associada à ingestão concomitante de outros depressores e aos comas prolongados (8-10 h); ao ocorrer, geralmente sobrevém a morte por parada respiratória.

Em alguns indivíduos hipersensíveis, pode ocorrer o que se denomina intoxicação alcoólica patológica, provavelmente associada à epilepsia do lobo temporal. Após uso de pequenas quantidades de álcool, manifesta-se agitação extrema, acompanhada de confusão mental, desorientação e, às vezes, grande violência. Geralmente segue-se amnésia.



Orientações e Dicas

Siga os seguintes princípios para evitar os acidentes automobilísticos relacionados com o álcool:

- Não existe uma regra que diz que para que você tenha um Carnaval divertido você deva beber. Se você for dirigir, evite a todo o custo os convites para ingerir bebida alcoólica.

- Tenha a opção de usar bebidas não-alcóolicas, como refrigerantes, cerveja sem álcool, sucos, água mineral.

- Se você estiver em uma turma e o grupo pretender usar álcool, designem antecipadamente um motorista, que não deverá beber. Esta decisão é importante para a segurança de todo o grupo.

- E, por último, se o motorista for beber, deverá evitar atingir a dose de 50 mg% de álcool no organismo (ver acima, Dosagem de álcool no Organismo). Para isso, a dose máxima de segurança permitida deverá ser a de uma lata de cerveja.




As consequências de um viciado inconsequente... Prejudica a vida dele e a dos outros.


Olha a cara de quem usa Drogas!






GRANDE ORIENTE DE PERNAMBUCO – GOPE/GOB.
APOIO: TJMPE e PAEL

PROGRAMA MAÇONARIA CONTRA AS DROGAS – EM FAVOR DA VIDA
Dr. Hailton Arruda - Coordenador Estadual
Rev. Ielves Camilo - Facilitador


“Não faça de três dias de festas, tornarem-se uma eternidade de tristeza”. Tenha equilíbrio, moderação, sobriedade e sensatez e lembre-se: Nem sempre a sua motivação é a do outro. No carnaval, todos usam máscaras!...

domingo, 3 de janeiro de 2010

Maconha e "CôCo de Vaca/Cavalo": A Nova Onda no Mundo do Tráfico... Estão fumando todas!

Palestra com a Polícia Federal

... Nem tudo que faz fumaça é fogo, pode ser a "essência fecal" da Vaca em seu mais alto grau de elevação!... Ísso é que é lombra véi.
Na natureza "nada se cria", "nada se perde"... tudo se transforma!...
Pô meu irmão, essa tá fresquinha doido, se liga!
Vixe!... Com essa da pra ver Gnomo, Duende, Elfos, a Branca de Neve e os Sete Anões... véiiio!!!


Produto seco e pronto para mistura (consumo)... Próximo passo:
Enganar o viciado trouxa, babaca e Zé mané!
 

Os Frigoríficos consomem nossa carne; as fábricas, pegam nosso couro, chifre e casco, os traficantes...
nosso esterco - degetos residuais do intestino animal (ou bosta?).
Vou embora prá Índia, lá não abusam de mim!





GRANDE ORIENTE DE PRENAMBUCO - GOPE
Dr. Marcelo Braga Sobral - Grão Mestre
APOIO: TJMPE e PAEL
Secretaria Estadual de Ação Paramaçônica e da Juventude - APJ
Profº. Freire Leite - Secretário Estadual

Dr. Hailton Arruda - Coordenador Estadual
Programa Maçonaria Contra as Drogas - Em favor da Vida.
Rev. Ielves Camilo - Facilitador. 


Ano: XIII/2010.


sábado, 26 de dezembro de 2009

Relatório Mundial Sobre Drogas - UNDOC/2009.



Relatório Mundial sobre Drogas 2009 do UNODC

Os mercados de opiáceos, cocaína e maconha estão estáveis ou em declínio, enquanto o das drogas sintéticas está em crescimento; Diretor Executivo pede maior investimento em tratamento a usuários e no enfrentamento do crime

Washington, 24 de junho de 2009 (UNODC) - O Relatório Mundial sobre Drogas 2009, lançado hoje pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), mostra que o mercado global de cocaína, opiáceos (ópio, morfina e heroína) e de maconha está estável ou em declínio, enquanto a produção e o uso de drogas sintéticas estão em crescimento nos países em desenvolvimento.

O relatório de 314 páginas, elaborado para Dia Internacional contra o Tráfico e o Abuso de Drogas, celebrado no dia 26 de junho, foi lançado em Washington pelo diretor-executivo do UNODC, Antonio Maria Costa, e pelo recém nomeado diretor do Gabinete de Política Nacional de Fiscalização das drogas (ONDCP, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, Gil Kerlikowske.

Tendência de declínio nos principais mercados.

O cultivo de ópio no Afeganistão, país responsável por 93% da produção mundial de ópio, diminuiu 19% em 2008. A Colômbia, país que produz a metade da cocaína no mundo, observou uma redução de 18% no cultivo e uma redução de 28% na produção da droga, em comparação com 2007. A produção global de cocaína foi estimada em 845 toneladas, a mais baixa em cinco anos, apesar de terem sido observados aumentos no cultivo no Peru e na Bolívia.

A maconha continua sendo a droga mais cultivada e consumida em todo o mundo, ainda que as estimativas sobre essa droga sejam menos precisas. Os dados mostram também que ela é mais danosa à saúde do que o que se costuma acreditar. O índice médio de THC (o componente danoso da droga) observado na maconha na América do Norte quase dobrou na última década. Essa mudança traz grandes implicações à saúde, evidenciada por um aumento significante no número de pessoas em busca de tratamento.

Em termos de consumo, os maiores mercados de maconha do mundo (América do Norte, Oceania e Europa Ocidental), de cocaína (América do Norte e parte da Europa Ocidental) e de opiáceos (Sudeste da Ásia e Europa Ocidental) estão estáveis ou em declínio. Os dados dos países em desenvolvimento são menos confiáveis, isto por provável aumento no uso e na produção de drogas sintéticas nos países em desenvolvimento.

As informações sobre drogas sintéticas - anfetaminas, metanfetaminas e ecstasy - são mescladas. O uso nos países desenvolvidos se estabilizou. Nos países em desenvolvimento, há uma preocupação sobre o crescimento na produção e no consumo, ainda que os dados sejam limitados.

O que antes era uma produção artesanal se transformou em um grande negócio. Laboratórios de porte industrial no Sudeste Asiático - particularmente na sub-região do Grande Mekong - estão produzindo quantidades massivas de comprimidos de metanfetaminas, crystal meth (conhecida como ice) e outras substâncias como a quetamina.
Alguns países da União Européia são os principais fornecedores de ecstasy; o Canadá se transformou no principal eixo de tráfico de meth e ecstasy.

O uso da anfetamina Captagon foi às alturas no Oriente Próximo e no Oriente Médio. Em 2007, a Arábia Saudita apreendeu um terço de todas as substâncias do grupo anfetamina no mundo, mais do que o aprendido na China e nos Estados Unidos juntos.
As rotas de tráfico estão mudando.

"O mercado global de cocaína, que movimenta US$ 50 bilhões, está passando por mudanças sísmicas", disse Antonio Costa, diretor executivo do UNODC. "Os índices de pureza e o número de apreensões (nos principais países consumidores) estão diminuindo, os preços estão aumentando, e os padrões de consumo estão em evolução. Isso pode ajudar a explicar o terrível aumento nos índices de violência em países como o México. Na América Central, os carteis estão disputando um mercado em retração", disse Costa.

Na África Ocidental, o declínio nas apreensões parece refletir a diminuição dos fluxos de cocaína, após cinco anos de intenso crescimento. "Os esforços internacionais estão dando resultados", disse Costa. Mas ainda se observa na região violência e instabilidade política relacionadas às drogas, principalmente em Guiné-Bissau. "Enquanto houver demanda por drogas, os países mais vulneráveis continuarão sendo alvos dos traficantes. Se a Europa realmente quiser ajudar a África, deve diminuir seu apetite por cocaína", disse o principal oficial das Nações Unidas para a questão das drogas.

Enquanto 41% da produção mundial de cocaína é apreendida (principalmente na Colômbia), apenas um quinto (19%) de todos os opiáceos do mundo são interceptados. Irã e Paquistão são os países mais afetados pelo tráfico de drogas e são eles os responsáveis pelas maiores apreensões de opiáceos (ópio, morfina e heroína). Em 2007, o Irã apreendeu 85% do ópio produzido no mundo e 28% de toda a heroína. O Paquistão está na segunda posição em termos de apreensões de heroína e morfina.

A fim de aperfeiçoar o intercâmbio de informações e a ação conjunta de operações contra narcóticos, o UNODC desenvolveu uma iniciativa triangular entre o Afeganistão, o Irã e o Paquistão. "Quanto mais ópio for apreendido no Afeganistão e em seus vizinhos, menos heroína haverá nas ruas da Europa. E vice-versa: quanto menos heroína for consumida no Ocidente, mais estáveis estarão os países da Ásia Ocidental", disse Costa, que deverá levar essa mensagem para uma reunião ministerial do G8 sobre o Afeganistão em Trieste, no dia 27 de junho.

Saúde pública e segurança pública não podem estar dissociadas

O Relatório chama muita atenção sobre o impacto dos crimes relacionados a drogas - e o que fazer sobre isso. No prefácio do Relatório, Costa explora o debate sobre a descriminalização das drogas. Ele admite que a manutenção das drogas como ilícitas gera um mercado negro de proporções macroeconômicas, que causa violência e corrupção. Entretanto, ele alerta que a proposta de legalização das drogas como uma forma de acabar com essa ameaça - como alguns sugerem - seria um "erro histórico". "As drogas ilícitas representam um grande perigo à saúde. Por essa razão, as drogas são e devem permanecer controladas", disse o diretor do UNODC.

"Quem propõe a legalização se equivoca nos dois sentidos", disse Costa. "Um mercado liberado acarretaria em uma epidemia de drogas, enquanto a existência de um mercado controlado acarretaria na criação um mercado paralelo criminoso. A legalização não é uma varinha mágica que acabaria tanto com o crime organizado quanto com o abuso de drogas", disse Costa. "A sociedade não deve ter de escolher entre priorizar a saúde pública ou a segurança pública: ela pode e deve optar por ambas", disse. Nesse sentido ele pede aos países um maior investimento em prevenção e tratamento de drogas, e medidas mais pesadas para enfrentar o crime relacionado às drogas.

O Diretor do Gabinete de Política Nacional de Fiscalização das drogas (ONDCP) dos Estados Unidos, Gil Kerlikowske, disse: "O Relatório Mundial sobre Drogas 2009 demonstra que as drogas são um problema que atinge a todos os países. Todos nós temos a responsabilidade de enfrentar o abuso de drogas na nossa sociedade. Internacionalmente, a administração Obama está comprometida em expandir iniciativas de redução de demanda a fim de garantir que todos aqueles que lutam para superar o vício tenham acesso a programas efetivos de tratamento, especialmente nos países em desenvolvimento. Estamos aprendendo muito sobre a doença da drogadição e sabemos que o tratamento funciona. Por meio de uma ação abrangente de aplicação da lei, de educação, de prevenção e de tratamento, teremos êxito em reduzir o uso de drogas ilegais e suas consequências devastadoras".

Como melhorar o enfrentamento às drogas

O Relatório oferece uma série de recomendações sobre como melhorar a política de enfrentamento às drogas. Primeiramente, a questão das drogas deve ser considerada como uma doença. "Quem usa drogas necessita de assistência médica, e não de uma sanção criminal", disse Costa. Ele clama por um acesso universal ao tratamento de drogas. Considerando que as pessoas com sérios problemas com drogas são as responsáveis pela maior parte da demanda por drogas, tratar essas pessoas é a maneira mais efetiva de reduzir o mercado.

Além disso, Costa pede o fim da "tragédia" que são as áreas sem a presença do Estado. Do mesmo modo em que a maior parte dos cultivos ilícitos ocorre nas regiões sem a presença do Estado, a maior parte da droga é vendida nas regiões urbanas nas quais a ordem pública encontra-se fragilizada. "Moradia, emprego, educação, acesso aos serviços públicos e ao lazer podem fazer que as comunidades estejam menos vulneráveis às drogas e ao crime", disse Costa.

Em terceiro lugar, os governos devem aderir aos tratados internacionais contra o crime organizado. Os instrumentos internacionais de enfrentamento ao crime como a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado e contra a Corrupção não estão sendo respeitados. "Por isso, muitos Estados estão enfrentando problemas de crime criados por eles mesmos", disse o diretor do UNODC. Particularmente, ele destaca que "os instrumentos atualmente usados para enfrentar a lavagem de dinheiro e os cibercrimes são inadequados".

Costa pediu também uma maior eficiência na aplicação da lei. Ele estimulou as polícias a focar seus esforços em um número menor de criminosos com maior influência e volume de ação do que em um grande número de contraventores de menor potencial ofensivo. Em alguns países, a taxa de prisão por uso de drogas é de até cinco vezes maior do que a por tráfico. "Isso é um desperdício de recursos da polícia, e um desperdício de vidas jogadas nas cadeias. Devemos ir atrás dos peixes grandes, não dos pequenos", disse Costa.

Em um esforço para aumentar a transparência e a qualidade dos dados relacionados às drogas, este ano o UNODC introduziu um espectro de variáveis nas estimativas por país utilizadas no Relatório Mundial de Drogas. Para muitas regiões, e para alguns tipos de drogas (como maconha e substâncias do tipo anfetamina) a variação de estimativas é relativamente ampla, já que o acesso à informação é mais limitado. "É fundamental que os governos se esforcem na coleta de informações. Isso proporcionará uma análise mais precisa das tendências e, como resultado, melhorará o enfrentamento às drogas", disse Costa.

Mais Informações:

Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime UNODC-Brasil e Cone Sul
Assessora de Comunicação
Tel: +55 61 3204 7206
www.unodc.org.br



Que no ano de 2010, a unidade supere as ideologias; que as aspirações pessoais não estejam acima da concepção coletiva e que estejamos de mãos dadas... "Com o rebanho unido o leão deita com fome". Conto com todos irmanados na luta Contra as Drogas - Em favor da Vida!
Feliz Natal e um Feliz 2010!... Sem drogas.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Álcool, 80% das Violência Doméstica + Acidente de trânsito: O Combustível da Morte.



Alcool é responsável por 80% da violência doméstica.


O agressor, geralmente, é do sexo masculino, tem entre 19 e 54 anos e mora no domicílio.

As portas de todos os cômodos da casa de João (nome fictício) estão sempre fechadas. Os móveis da cozinha e da sala também ganharam fechaduras. Essa foi a única maneira que a família encontrou para conter os furtos de casa, cometidos pelo próprio João. Alcoólatra, para manter a bebida ele vende o que puder levar de casa: roupa, alimentos, utensílios domésticos e até as frutas do quintal.

Essas são as moedas de troca de uma pessoa que não consegue conter a obsessão pelo álcool, que já começou aos 14 anos. O nome verdadeiro de João não é revelado porque isso é vergonha para a família. Poucos querem tocar no assunto. É incômodo falar dos transtornos. Por causa do álcool ele já roubou, agrediu a e adoeceu. E não adoeceu sozinho. Toda a sua família sofre as consequências do álcool.

Hoje João vive de favor na casa de alguns parentes. O casamento acabou depois que a sua esposa foi embora com os filhos. O motivo: violência doméstica. Quando estava bêbado, João espancava a família, chegou a quebrar a mão da mulher e jogar água quente em uma das crianças, que sofreu queimaduras graves.

O alcoolismo foi cruel. Além do abandono da família, que não suportou o drama, João já perdeu coisas valiosas, como trabalho, confiança e a integridade. “Ele já foi trazido para casa em carrinho de mão porque foi encontrado caído nas ruas.

Em casa ele é uma preocupação constante, porque não sabemos de que forma ele vai voltar, se é caminhando, se é nos braços ou se é morto”, diz um familiar que também não quis se identificar.

Segundo ele, a família já buscou tratamento em centros de apoio a alcoólatras, mas João nunca passou mais que seis meses sem beber. E quando isso acontece, os problemas são devido a abstinência.



Alcoolismo não é vício, mas doença que não tem cura

Embora ainda visto por muitos como um vício, o alcoolismo é uma doença. Na verdade, uma enfermidade fatal, com o poder de destruir famílias e, até a vida. O alcoolismo é colocado pela Organização Mundial de Saúde como um flagelo imediatamente abaixo do câncer e dos distúrbios cardíacos e aparece como a terceira causa de morte no mundo.

Isso porque é responsável por 60 doenças que levam à morte. A dependência da bebida responde por 40% das consultas psiquiátricas no Brasil. Ainda assim, o álcool possui grande aceitação social e seu consumo é estimulado pela sociedade.

Incurável, progressiva e de terminação fatal, a obsessão gradativa pela bebida se instala lentamente na vítima até, nos últimos estágios, dominá-la inteiramente. Um sintoma do alcoolismo é quando o usuário coloca a droga como o centro dos seus objetivos e passa a beber todos os dias.

É a partir daí que o alcoólatra começa a sentir os primeiro sintomas físicos provados pela dependência, como os tremores e taquicardia. “Então o alcoólatra começa a beber para parar de sentir esses sintomas. Na maioria das vezes ele sente necessidade de beber no início da manhã”, destaca Mauro Passamani.

O psiquiatra acrescenta que o alcoolismo não tem cura, apenas controle. Isso porque o organismo possui um mecanismo chamado “memória do álcool”, que faz com que o abstêmio volte a beber na mesma intensidade de antes. “Com apenas uma dose o vício pode retornar ao mesmo estágio de antes”.




Álcool, 1ª droga na vida do jovem


É comum ouvirmos falar que uma pessoa bebe muito, mas não consegue ficar bêbada. Considerado até um elogio nas mesas de bar, esse é o primeiro sintoma do alcoolismo. “Quando uma pessoa precisa ingerir muita quantidade de álcool para sentir os efeitos provocados por ele, é um sinal do alcoolismo”, explica o coordenador do CAPS AD- unidade de saúde que presta atendimento a pessoas com transtornos decorrentes do uso de substâncias psicoativas, o psiquiatra Mauro Passamani. As propagandas de bebidas mostram jovens animados, enturmados e sorridentes, que brincam, dançam e se divertem tomando seus drinques. A realidade, porém, nem sempre é tão glamourosa.

Por se tratar de uma droga social, sendo assim dificilmente uma pessoa não bebe, o fácil acesso leva ao consumo precoce. No Brasil, o álcool é a primeira droga experimentada pela grande maioria das pessoas. A estimativa é que a quantidade de dependentes seja o dobro das drogas ilícitas e o estrago provocado pela dependência chega a ser tão avassalador quanto o crack ou cocaína.

A bebida tem um efeito direto do Sistema Nervoso Central, que leva o usuário ao prazer emocional, na verdade, uma alteração de consciente. É desta forma que inicia a dependência pelo álcool. Estimativas apontam que 12,1% da população são dependentes de álcool.

Em Teresina, o álcool é que move a violência doméstica. Dos cerca de 6 mil processos em andamento na vara da violência doméstica na capital, 80% está associada ao uso do álcool e outras drogas. O agressor, geralmente, é do sexo masculino, tem entre 19 e 54 anos e mora no domicílio. A esposa e os filhos são as principais vítimas.

Apesar do grande número de denúncias, a crença de que o álcool é responsável pelas agressões diminui a culpa do agressor e aumenta a tolerância da vítima. De acordo com o promotor Francisco de Jesus Lima, da Vara da Violência Doméstica, grande parte das mulheres não denuncia na primeira vez que foi agredida, somente quando não consegue mais conviver com a agressão.





Os principais tipos de agressão são lesões corporais e agressões morais. Também é comum mulheres que denunciam os companheiros alcoólatras por agressões psicológicas e constrangimento. No entanto, procurar ajuda ainda é um obstáculo a ser superado, tanto por quem apanha quanto por quem agride. Segundo o promotor, fatores como medo, vergonha da família e perante a sociedade fazem com que muitas mulheres deixem de denunciar seus agressores.

Outra característica entre elas é que a maioria não deseja que seus maridos sejam processados ou presos, desejam simplesmente que eles parem com a agressão. Ou seja, que deixem de consumir álcool. Já para essa realidade, o promotor Francisco de Jesus Lima desempenha um trabalho jurídico e social. Na promotoria, uma equipe multidisciplinar encaminha a vítima para um atendimento com psicólogos e assistentes sócias.

Quando se trata de alcoolismo, o agressor é encaminhado para unidades de tratamento e a equipe fica responsável por fiscalizar a freqüência e a evolução do tratamento. “Essa medida tem dado mais resultados que os processos jurídicos”, diz ao promotor ao destacar que a promotoria também atua com orientação espiritual. “Muitas vezes percebemos que falta fé no agressor. Nestes casos orientamos a procurar ajuda espiritual, seja em qualquer religião”.

Dependência é responsável por 30% das internações psiquiátricas no Piauí.

A dependência de álcool e de drogas é a principal causa das internações psiquiátricas que acontecem em decorrência do uso de drogas psicotrópicas - aquelas que agem no sistema nervoso central, alterando o seu funcionamento no Piauí. Um levantamento feito pelo GESMEP (Grupo de Estudos em Saúde Mental e Psiquiatria), formado por um grupo de profissionais e estudantes ligados à psiquiatria no Piauí, mostrou que a substância foi responsável, em média, por 30% das internações registradas entre 2004 e 2007 nos hospitais de atendimento psiquiátrico- (Areolino de Abreu e Sanatório Meduna), ocupando a posição da segunda causa de internações no Estado, ficando atrás apenas da esquizofrenia.

O estudo foi repetido nos anos citados e, de acordo com a enfermeira psiquiátrica, Adriana Parente, membro do GESMEP, não houve alteração das causas de internações nesse período, no entanto, é possível que atualmente esse fator tenha migrado para a primeira causa de internação do Sanatório Meduna, uma vez que o Hospital Areolino de Abreu não realiza mais internações desse tipo de paciente. (C.D.) 63% dos jovens da capital dirigem alcoolizados.

O trânsito brasileiro pode ser considerado uma guerra pela quantidade de mortos e feridos que produz. São mais de 35 mil mortos por ano provocados por acidentes. E o pior, na maioria dos casos a culpa é do próprio motorista e 70% dos casos são provocados por ingestão de álcool. Dados do Ministério da Saúde aponta que 30% dos gastos com saúde pública são provocados por algum incidente com o álcool, como acidentes em trânsito, brigas ou doenças provocadas pelo alcoolismo.

Em pesquisa realizada em 222 estudantes entrevistados em sete faculdades privadas na capital, 63% declaram que dirige e bebem e apenas 37% estão cumprindo a lei. Dos 63% que bebem e dirigem 54% informaram que costumam consumir “mais” de uma dose ou “mais” de um chope.

O que os estudantes puderam observar é que além de não deixarem de dirigir quando bebem, os jovens de Teresina não se importam em voltar para casa com quem já bebeu.

64% dos entrevistados informaram que raramente tem algum amigo que dirige e não bebe. “Esses dados nos levam a entender uma outra atitude perigosa desses jovens de 18 a 35 anos, que é de não se importar se o condutor do veículo que ele anda bebeu ou não. Para ele, o problema é do amigo que bebeu e dirigiu”, disse o estudante Thiago Viana que participou da pesquisa.

Isso significa que mesmo sem beber e dirigir, os jovens continuam expostos a acidentes porque são conduzidos por amigos que bebem. O reflexo disso é que 53% dos pesquisados têm algum amigo que já se envolveu em acidentes provocados por álcool.



Maçonaria Cidadã: Com mão forte salvando vidas!

Álcool + Violência Doméstica = LEI MARIA DA PENHA.

Estudo constata que álcool move violência doméstica





Fonte: Agência Estado

Novo estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), feito com 7 mil famílias em 108 cidades do Brasil, comprova que o álcool funciona como “combustível” da violência doméstica. Nas entrevistas feitas durante um ano, os pesquisadores identificaram que em quase metade das agressões que acontecem dentro de casa (49,8%) o autor das surras estava embriagado.

A relação entre bebida alcoólica e maus-tratos já era considerada pelos especialistas, mas a evidência científica foi comprovada nacionalmente só com o ensaio científico.

A tolerância à agressão também é decifrada pela associação entre violência e álcool, afirma o autor da pesquisa da Unifesp, o psicólogo Arilton Fonseca. “É muito mais fácil perdoar quando o agressor bebeu. A vítima considera o álcool o culpado e não o violentador. Acredita que, quando sóbrio, a rotina de violência cessa.” Foi evidenciado ainda que violência impulsionada pela bebida alcoólica persiste por mais de 10 anos. Outro aspecto está em classes sociais. Dos agressores bêbados, 33% eram de classe média e 17%, de classe alta.

Nos dados do Disque-Denúncia 180 - que recebe ligações de todo País sobre violência doméstica, foi apurado que 48,7% das vítimas agredidas não dependem economicamente do agressor, o que, para Aparecida Gonçalves, mostra que o dinheiro não é fator principal e exclusivo para que o ciclo de agressão seja perpetuado.

A relação do álcool e o impulso para as agressões é fisiológica, explica o pesquisador do Departamento de Medicina Legal da Universidade de São Paulo (USP), Gabriel Andreuccetti. Segundo ele, a bebida etílica chega ao cérebro, aguça o sistema nervoso simpático, rebaixa a crítica e aumenta a agressividade.
A ressalva dos especialistas é que tanto violência doméstica quanto consumo de bebidas alcoólicas são fenômenos complexos. No geral, um funciona como fósforo aceso dentro de um barril de pólvora do outro. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".




Mulheres das classes média e alta perdem a vergonha e denunciam violência doméstica

A violência contra a mulher rompeu o muro de silêncio que cercava as casas de classe média e alta em São Paulo. Levantamento feito pelo "Jornal da Tarde", do Grupo Estado, com base nas estatísticas de pacientes do sexo feminino atendidos em unidades de saúde paulistanas e tabulados pelo movimento Nossa São Paulo, mostra que bairros como Pinheiros, Vila Mariana e Ipiranga , na zona sul, e Lapa, na zona oeste, aparecem como locais onde os índices de agressão mais cresceram na capital paulista no ano passado.

Ferida que ainda não cicatrizou na luta das mulheres, a rotina de tapas, socos, chutes e xingamentos enfrentada por muitas em pleno século 21 ainda reforça que nem todas as diferenças entre os sexos foram equilibradas, apesar da invasão delas no mercado de trabalho, universidades e cargos de chefia.
"O fundamento da violência é o exercício de poder. Ainda está enraizado na cultura, de qualquer classe social, que os homens são superiores. Uma das formas de exercer a superioridade é pela violência", afirma Sônia Coelho, integrante da SempreViva Organização Feminista.

Além de estar mais visível nos números dos distritos de situação econômica favorecida, as mulheres que apanham também moram em regiões onde a pobreza e a vulnerabilidade social reinam. Das 31 subprefeituras que formam a cidade, em 25 delas a incidência de maus-tratos foi ampliada..
A agressão democrática deixa aos poucos de ser secreta, ganha ferramentas para chegar a público (como a Lei Maria da Penha) e por isso está espalhada por todos os cantos, define Katia Guimarães, diretora da subsecretaria de enfrentamento da violência do governo federal.

No entanto, na classe média, lembra ela, o fenômeno era ainda mais velado e só agora começa a ultrapassar as barreiras. Jefferson Drezet, médico do hospital da mulher Pérola Byington, na região central,. costuma dizer que as paredes das mansões são bem mais espessas do que as dos barracos. É preciso um trator de denúncia para que o problema seja visto, já que dentro das residências é onde acontecem 90% dos casos.

Ainda que o inimigo seja íntimo, as denúncias têm aumentado. A Central de Atendimento à Mulher (número180, serviço 24h vinculado à Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres) registrou 269.977 atendimentos de janeiro a dezembro de 2008, um aumento de 32% em relação ao ano de 2007 (204.978).
Quem estuda a violência ou quem sofre a agressão não fala em crescimento da quantidade de violentadores e violentadas na classe média. A expressão "estava debaixo do tapete e agora aparece" é a mais emblemática para explicar a ascensão numérica. Orkut, televisão e sites passaram a ser ferramentas de ecoar o problema, o que também repercute no índice.




Um câncer na alma

Para se ter uma ideia, por ano o câncer de mama tem incidência de 90 novos casos em cada 100 mil mulheres paulistanas, estimados pelo Inca. A violência, no mesmo universo de pessoas, faz 123 vítimas na capital. Os dados, ainda que pareçam elevados, podem estar subestimados. Nos números usados pela reportagem, apenas são computadas as mulheres que chegam ao hospital com sinais de agressão e admitem o espancamento aos funcionários de saúde.

Clarice, 34 anos, apanhou durante 13 anos calada. Se entrou na estatística, representou uma única agressão, apesar de ter perdido as contas dos hematomas e sangramentos que teve. "Só procurei o posto de saúde uma vez. Foi quando precisei tomar seis pontos na cabeça. O restante nunca contei para ninguém", diz. Ela só rompeu o ciclo de violência quando o filho de apenas 4 anos aprendeu a falar grosso. Espectador da luta travada pelo pai, ele passou a mandar a mãe calar a boca igualzinho como o seu parâmetro de homem fazia. "Resolvi que era hora de colocar um breque." Ela esconde a identidade por vergonha. Vergonha de ter se acostumado a apanhar desde que, quando ainda na fase do namoro, aceitava os puxões de cabelo que expressavam "só ciúme".

Mandar o marido embora é expulsar o provedor da casa. Assim como para ela, a dependência financeira do agressor é comum para 47% das mulheres que sofrem violência, mostra pesquisa da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres. E a autoria dos maus-tratos por parte dos companheiros é recorrente em 63,2% das notificações que acionaram o disque 180 em 2008.
São Paulo foi o segundo Estado que mais acionou o serviço telefônico e para 37,1% das vítimas o maior risco de agressão era a ameaça de morte.




Muitos rostos

A violência contra a mulher pode ter muitas caras. Pode ser linda, loira, jovem, com diploma superior de enfermagem, português correto e roupas finas como Marina, 32 anos. Seu primeiro namorado, aos 12 anos, tornou-se o homem que acabou com seu rosto e seios de tanta pancada. Ou então, a violência pode ser representada pelas rugas, mãos calejadas de trabalhar na roça e cabelos grisalhos por causa dos 60 anos de Maria, que teve todas as unhas das mãos arrancadas por um canivete porque as coloriu de vermelho, o que não era permitido nas regras do pai do seu filho.

Outra face do mesmo fenômeno pode ter madeixas tingidas de acaju, quatro filhos, ser coordenadora de um hospital, em plena forma para os 50 anos. Nair também é vítima. Do primeiro e do segundo marido, o que só aumenta a sua culpa por apanhar.

Ivone Dias, uma das assistentes do Núcleo de Defesa da Mulher Cidinha Kopcak, um dos mais importantes da capital, que é mantido em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads), acredita que a violência ainda exista porque não faz muito tempo que deixou de ser olhada com naturalidade.

A própria Lei Maria da Penha foi criada só em 2006. "Alguns juízes e delegados de polícia são omissos e resistentes em aplicar a legislação. A violência vai continuar existindo enquanto a sensação de impunidade prevalecer."




Mulheres deixam de denunciar porque a autoestima desaparece, diz Maria da Penha...

BRASÍLIA - É mais fácil que a mulher reaja nas primeiras tentativas de agressão e não depois de ser submetida a um longo período de constrangimento. A avaliação é da biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, que deu nome à lei que pune a violência doméstica por ser vítima de maus-tratos de seu ex-companheiro. Segundo ela, as mulheres deixam de denunciar porque a "autoestima delas desaparece”.
Ela participou nesta quinta-feira (6) de uma palestra para comemorar os três anos da Lei Maria da Penha, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 7 de agosto de 2006.

Para o secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Teles Barreto, o balanço após três anos de existência da Lei Maria da Penha é positivo, mas ainda é preciso avançar no estabelecimento de políticas preventivas. O secretário de Reforma do Judiciário, Rogério Favreto, acredita que o momento é de continuidade e implantação da lei, com a estruturação de serviços para dar efetividade à sua aplicação. “Nesse período nós consolidamos o ciclo de conscientização e firmação da lei, entramos no ciclo da implantação”, afirmou.

Em 2009 foram realizados 161.774 atendimentos, entre janeiro e junho, pela central de atendimento à mulher da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, o que representa um aumento de 32,36% em relação ao mesmo período de 2008. Em números absolutos, o Estado de São Paulo é o líder do ranking nacional com um terço dos atendimentos (54.137), seguido pelo Rio de Janeiro, com 12,28%. Em terceiro lugar está Minas Gerais com 6,83%. O aumento no número de denúncias decorre da maior segurança que a vítima tem para falar de sua agressão, segundo Favreto.

Maria da Penha foi vítima de seu marido em duas tentativas de homicídio, em uma delas, ficou paraplégica, mas seu agressor só foi punido após 19 anos e ficou apenas dois anos em regime fechado. Ela denunciou o Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA). A falta de rigor na lei brasileira na época dos crimes levou o País a ser condenado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA.
A Lei Maria da Penha alterou o Código Penal possibilitando que os agressores sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada. Esses agressores não podem mais ser punidos com penas alternativas e o tempo máximo de detenção aumentou de um para três anos.

A auxiliar administrativa Lilian Lima recorreu à Lei Maria da Penha em outubro de 2006, após ser agredida pelo ex-marido. Lílian afirmou que, mesmo tendo retirado a denúncia perante o juiz, o processo foi eficiente. “Ele nunca mais levantou a voz para nenhuma mulher.” Na palestra de hoje Lílian agradeceu pessoalmente a Maria da Penha pela existência da lei.

Até 2011, o Ministério da Justiça pretende investir R$ 43 milhões em ações de prevenção à violência doméstica e na melhoria do sistema de Justiça para o atendimento às vítimas e aplicação da lei.




Maçonaria Cidadã: Com mão forte salvando vidas!




sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Programa Maçonaria Contra as Drogas em Marcha...

Seminário de Educação Continuada de Prevenção as Drogas

Escola Desembargador Antônio da Silva Guimarães

Av. Ernestina Batista, S/N – Pontezinha –

Cabo de Sto. Agostinho – PE.





Profª. Flávia Menezes (Esposa do Ir. Espindola Neto) e a Vice Diretora



Corpo Docente - Iº Encontro de Seminário
Apresentação da Proposta de Trabalho e definição dos Grupos e Oficinas










Com proposta pedagógica de trabalho continuado o Programa iniciou com os Educadores - O papel de cada um, o valor do trabalho e do esforço coletivo diante de um desafio... esclarecer pessoas e resgatar vidas!







Platéia atenta a uma linguagem simples e interativa
 de quem "busca esperança face a convivialidade com as drogas" - Turmas Manhã/Tarde.


Desafio de fazer Maçonaria em uma sociedade desafiadora...




Material disponibilizado pelo Grande Oriente do Brasil - GOB, distribuidos aos Orintes Estaduais (GOPE) e disponibilizados a Secretaria de Ação Paramaçônica e da Juventude - APJ e finalmente, usado pela Coordenação Estadual do Programa Maçonaria Contra as Drogas - A Favor da Vida, hoje, sob os cuidados do Dr. Ir. Hailton Arruda, auxiliado pelo Rev. Ielves Camilo - Facilitador.




Toda turma do Ensino Médio - Noite.



Vencemos o primeiro passo...
A primeira fase do Seminário foi vencida e que venha as oficinas!
Esta marcha continua...






terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Qual a relação entre Drogas e AIDS?




DROGAS E AIDS

A AIDS (síndrome de imunodeficiência adquirida) é uma doença infecto-contagiosa transmitida pelo HIV (vírus da imunodeficiência humana). Foi primeiramente identificada nos Estados Unidos em 1981 e desde então vem se alastrando na forma de epidemia pelo mundo todo. As principais vias de transmissão do vírus são:

1º relacionamentos sexuais sem uso de preservativos;
2º seringas contaminadas, no consumo de drogas injetáveis;
3º pela amamentação quando a mãe está infectada.



HIV - VÍRUS

Muitas pessoas, a partir do contato com o vírus, desenvolvem anticorpos detectáveis em testes sanguíneos (anti-HIV), a partir de aproximadamente 9 semanas depois que a pessoa entrou em contato com o vírus.
Quando o teste detecta os anticorpos para o vírus, a pessoa é considerada soropositivo. As pessoas soropositivos podem não apresentar sintomas de infecção e permanecer muitos anos sem desenvolver a doença.

No entanto, são portadoras do vírus e por isso devem tomar medidas de precaução, tanto para não transmitirem a doença a outras pessoas quanto para se protegerem de serem novamente infectadas. Nesse sentido, como não se sabe quem é portador do vírus, sempre devem ser usados preservativos em todos os relacionamentos sexuais.

O uso de drogas é considerado um comportamento de alto risco para a infecção pelo HIV. Os usuários de drogas injetáveis podem se infectar quando usam a mesma seringa com outros. Mesmo as pessoas que não se injetam drogas mas as consomem de outra maneira podem se infectar por meio de relações sexuais sem preservativos. Diversos estudos têm mostrado que as pessoas sob efeito do álcool freqüentemente se envolvem em relacionamentos sexuais sem proteção.






Fonte:

Centro Brasileiro de Informações
sobre Drogas Psicotrópicas