sábado, 13 de março de 2010

A NOVA ONDA VIRTUAL: DROGANET



I-doser é um site que disponibiliza várias drogas. Através de arquivos de áudio são provocadas nos ouvintes sensações semelhantes as das drogas.

Ainda que pareça estranho, é comum na internet a frase “clique aqui para se drogar”, onde o usuário procura simulação para obter sensação da vida real. Por meio de batidas musicais, os efeitos do ópio, da cocaína e da maconha são simulados causando sensação de alucinação, euforia e sedação no usuário, isto ocorre devido às ondas sonoras que ativam algumas áreas do cérebro.

Fazendo o download da droga, o usuário a experimenta quando desejar, sendo que cada arquivo apresenta de quinze a quarenta e cinco minutos (quinze minutos é equivalente a nove doses) e é ouvido somente uma vez, são utilizadas com fone de ouvido em local silencioso. As doses estão agrupadas em categorias, como, por exemplo, doses espirituais até sexuais.

Segundo especialistas os efeitos desta droga e a dependência não estão muito claros, apesar de serem perigosas e se tratarem, de certa forma, de uma hipnose, uma vez que a consciência do usuário é manipulada.



PROGRAMA MAÇONARIA CONTRA AS DROGAS -
EM FAVOR DA VIDA/GOPE-GOB.
ANO: XIII/2010.

DOPPING: O que é Dopping?... (No mundo dos esportes)


Também chamado de “dopagem” é a administração ilícita de uma droga estimulante ou estupefaciente com vistas a suprimir temporariamente a fadiga, aumentar ou diminuir a velocidade, melhorar ou piorar a atuação de um animal ou esportista.

A comissão médica do comitê olímpico internacional instituiu durante os jogos olímpicos do México (1968) a aplicação de testes anti-dopagem sistemáticos, decidindo que seriam excluídos dos jogos os atletas comprovadamente dopados.

Nos últimos anos, com os atletas sendo patrocinados pôr grandes empresas, alguns mestres das diversas modalidades, visando interesses empresariais na divulgação de sua arte marcial, e também com o advento das competições de “free style”, ocorreu uma profissionalização equivocada dos profissionais envolvidos com as artes marciais, bem como seus atletas. Difícil dizer-se da ignorância ou má fé dessas pessoas. O fato é que, cada vez mais, os atletas de diversas modalidades têm se valido de meios ilícitos para auferir vantagens nas diversas competições, e assim atendendo interesses de forma escusa.
Cabe ressaltar que essas substâncias são consideradas dopantes, de forma qualitativa e não quantitativa, ou seja, não se considera a quantidade, mas sim o que aparece, mesmo porque os métodos laboratoriais de detecção não chegam a um resultado 100% conclusivo para se determinar a razão do uso do medicamento-tratamento ou dopagem.

Agruparemos as substâncias dopantes em 5 grupos principais:

- ESTIMULANTES PSICOMOTORES: a anfetamina, a cocaína, os moderadores de apetite.
- AMINAS SIMPATICOMIMÉTICOS: estimulam o sistema nervoso central, como vasoconstritores nasais que tem efedrina.
- OUTROS ESTIMULANTES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL: a cafeína, a aminoflina.
- ANALGÉSICOS-NARCOTICOS: a codeína, a morfina, a heroína, etc.
- ESTERÓIDES ANABÓLICOS: os hormônios masculinos, que veremos adiante.
Com exceção dos esteróides, os efeitos dos outros grupos assemelham-se.
As anfetaminas (que são bolinhas) são estimulantes do SNC. Infelizmente, ainda são muito usadas e provocam a elevação da pressão arterial, de freqüência cardíaca, do atleta, diminuem, diminuem o medo e aceleram o metabolismo das células. Doses pequenas já produzem esses efeitos depois de 30 minutos. Efeitos colaterais não faltam: tonturas, dores de cabeça, insônia, mal estar, cansaço fácil e, principalmente a dependência da droga, que quase sempre evolui para drogas mais potentes e mais perigosas. Muitas vezes os efeitos são mais psicológicos do que fisiológicos.
O uso de estreardes anabólicos-adrogenicos pêlos atletas em todo o mundo vem se tornando cada vez mais freqüentes, apesar de todas as recomendações médicas em contrário e do vigor das leis de controle de dopagem.

Essas substâncias são derivadas da testosterona, um hormônio sexual masculino que é fabricado pêlos testículos. No homem, é produzido durante a vida inteira, mas principalmente por volta dos 11 e 13 anos, tendo como funções principais: a decida dos testículos para dentro dos escrotos, o crescimento dos testículos e do pênis, a distribuição dos pêlos, participação no crescimento ósseo, desenvolvimento da musculatura após a puberdade. Daí a definição de esteróides anabólicos (crescimento e desenvolvimento) e androgênicos (caracteres sexuais masculinos).

Entretanto, os atletas no desespero de melhora rápida da massa e da força, e na incessante luta por melhorar seus recordes, acabam por usar doses elevadas, algumas, algumas vezes com exagero sem sentido. Em certos casos, as doses são tão altas que os músculos acabam ficando refratários a qualquer hipertrofia.
As modalidades que mais tem utilizado desse método são o halterofilismo, lutas, remo, atletismo e ciclismo.
No homem, os efeitos secundários são:
Aumento das lesões traumatológicas dos tendões e dos ligamentos, porque o desenvolvimento dos músculos não é acompanhado do desenvolvimento dessas estruturas.

Diminuição da estatura

Lesões do fígado, como hepatite e câncer.
Redução do tamanho dos testículos, redução na produção dos espermatozóides e lesões graves da próstata.
Na mulher, o uso é muito perigoso, principalmente antes e durante a puberdade. Produz parada de crescimento, aspecto masculino, engrossamento da voz, aumento da distribuição dos pêlos e aumento do clitóris. A reversibilidade de qualquer desses efeitos negativos depende da quantidade usada, do tempo de uso, de características metabólicas individuais e da extensão das lesões.


PROGRAMA MAÇONARIA CONTRA AS DROGAS - EM FAVOR DA VIDA/GOPE-GOB.
Coordenação Estadual: Dr. Ailton Arruda: Coordenador Estadual/GOPE-GOB.
Ven.´. Ir.´. Rev. Ielves Camilo: Facilitador/Juiz TEM/GOPE-GOB.
Apoio: Grande Oriente de Pernambuco/GOPE-GOB.
PAEL: Poderosa Assembléia Estadual Legislativa/GOPE-GOB. 


ANO: XIII/2009.

Por que gostamos de Drogas II ?...


Nosso corpo necessita de sensações que nos levam ao prazer, nosso cérebro é quem comanda esta dependência através dos neurotransmissores. O consumo de alguns alimentos, como chocolate e café, estimulam a produção de serotonina, que é um neurotransmissor cerebral responsável pela sensação de prazer e felicidade. Para se ter uma idéia, devido aos efeitos benéficos, estes alimentos são muito consumidos e, dependendo da freqüência de consumo, podem chegar até a viciar uma pessoa sensível.

Até aí tudo bem, o problema começou quando surgiram substâncias perigosas: as drogas. Elas possuem praticamente o mesmo princípio ativo de alguns alimentos, por exemplo: o chocolate que tem Anandamida, um tipo de gordura que ativa os mesmos receptores químicos cerebrais envolvidos no consumo da maconha.

A Anandamida é um análogo do princípio ativo da maconha, tem funções no sistema nervoso e no sistema imune (defesa do organismo). Este tipo de substância age no mecanismo do cérebro para nos fazer cair na armadilha dos entorpecentes. Daí para frente todas as fontes de prazer deixam de ter a mesma importância e só o consumo do entorpecente passa a ser agradável, ou seja, as substâncias químicas encontradas nas drogas além de serem prejudiciais nos dão prazer, imitando as moléculas que nosso cérebro precisa.

São diversas as substâncias que causam essa deturpação: álcool, nicotina, maconha, cocaína, entre outras.


Fonte: Equipe Brasil Escola 




Programa Maçonaria Contra as Drogas - Em Favor da Vida/GOPE-GOB.
Dr. Ailton Arruda - Coodenação Estadual do PMCD/PE - GOPE/GOB.
Ven.´. Ir.´. Rev. Ielves Camilo - Facilitador/Juiz TEM/GOPE-GOB.
Apoio: Grande Oriente de Pernambuco/GOPE - GOB.

Ano: XIII/2010.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

CAMPANHA NACIONAL DE PREVENÇÃO AO CRACK: MINISTÉRIO DA SAÚDE.


Ministério da Saúde lança campanha nacional sobre o crack

Objetivo é alertar sobre os riscos e consequências causados pelo consumo da droga. Filmes e impressos serão veiculados em mídias de todo o país.

O Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (16), a Campanha Nacional de Alerta e Prevenção do Uso de Crack, iniciativa inédita para prevenir o consumo da droga, que é derivada da cocaína e possui alto grau de dependência. Com o slogan Nunca experimente o crack. Ele causa dependência e mata, a campanha estará a partir de hoje nas principais emissoras de televisão e rádio do país, na internet, em jornais, revistas, nos cinemas e nas ruas.

O objetivo é ajudar na prevenção ao consumo, colocar o tema em debate e chamar a atenção para os riscos e conseqüências da droga. “A informação é a arma mais importante e poderosa que temos. A campanha informa de maneira transparente, clara, direta. Chama atenção para uma questão que não é preocupação dos governos, mas de toda a sociedade brasileira. É um problema de todos nós, de pais, educadores, imprensa, gestores, governos, disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. A mensagem que está sendo transmitida para toda a sociedade brasileira é que o crack é uma droga perigosa, que não deve ser experimentada porque ela mata. Coloca a pessoa em uma situação de vulnerabilidade que pode levar a conseqüências para si e para terceiros”, afirmou.

A veiculação da campanha, que tem início nesta quarta, seguirá até o dia 31 de janeiro. O público-alvo são jovens de 15 a 29 anos, de todas as classes sociais. O alerta também servirá para pais, educadores e formadores de opinião em geral. 

Nesta quarta, ocorre uma intervenção em semáforos da Esplanada dos Ministérios, onde são esticadas faixas com a mensagem “Desculpe interromper o trânsito. Mas esse assunto não pode esperar. O crack causa dependência muito rapidamente. Oriente seus familiares e amigos”. De 17 a 20 de dezembro, além de Brasília, a mesma ação estará nas ruas de mais nove capitais brasileiras (Belém/PA, Salvador/BA, Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Rio de Janeiro/RJ, Recife/PE, Belo Horizonte/MG e Porto Alegre/RS).

PEÇAS - Inicialmente, a campanha terá dois filmes para TV, com duração de 30 segundos cada. Um deles traz um texto com locução, em fundo preto e branco, que diz “Precisamos de um minuto da sua atenção. Sabemos que não é a melhor época para falar sobre algo tão sério. Mas esse assunto não pode esperar. O crack é uma droga perigosa, que tem causado graves problemas (...)”. O outro conta a história de um rapaz que rouba a própria família para consumir crack. Os filmes serão exibidos em rede nacional e em 14 emissoras regionais.
Nas rádios, a campanha terá um jingle de 60 segundos em formato de rap sobre os perigos do crack, e ainda um spot de 30 segundos, repetindo a intervenção “Desculpe interromper, mas este assunto não pode esperar”. 

Além dessas peças publicitárias, a segunda etapa contará com hotsite com informações sobre a droga.
A campanha também será divulgada nos cinemas, em jornais impressos e revistas e em mídia exterior. Também estará em cartazes e folderes, que serão distribuídos nas unidades básicas de saúde do SUS.
0800 - De forma complementar, a campanha também terá material informativo sobre as opções de tratamento oferecidas no Sistema Único de Saúde (SUS). A partir desta quarta-feira, será disponibilizado mais um instrumento para dar suporte ao familiar e ao usuário da droga: o Disque Saúde (0800 61 1997) terá um ramal exclusivo para informações sobre o crack e orientações para tratamento dos usuários na rede do SUS, com profissionais especialmente treinados. 

O número será divulgado nas peças publicitárias da campanha e em grandes adesivos, que serão afixados em orelhões públicos nas principais cidades brasileiras, a partir de janeiro. As chamadas “cracolândias” – regiões onde usuários e traficantes de crack se concentram nas cidades – serão os locais prioritários de afixação desses adesivos.

INVESTIMENTOS EM 2009 - Em novembro deste ano, o Ministério da Saúde lançou um pacote de medidas com investimento de R$ 98,3 milhões para ampliar a assistência a usuários de álcool e drogas no país e melhorar o atendimento de pacientes com transtornos mentais. A medida habilitou 73 novos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), criou incentivo financeiro para internações curtas (até 20 dias) de pacientes em crise e aumentou em até 31,85% o valor das diárias pagas por paciente internado em hospitais psiquiátricos gerais.

Nova portaria publicada em novembro reforçou as ações do Plano Emergencial de Ampliação do Acesso para Tratamento de Álcool e Drogas (PEAD), lançado em junho, que detalha as metas e investimentos para expansão dos CAPS e leitos de internação psiquiátrica em todo o país, num total de R$ 117 milhões em investimentos. Somadas, essas duas medidas chegam a R$ 215 milhões em recursos exclusivos para o atendimento a dependentes de álcool e drogas. 

“A campanha faz parte de um conjunto de medidas tomadas antes da expansão do crack no país. O Ministério assume o protagonismo do combate à droga, entendendo que o problema ultrapassa a esfera da saúde”, explicou José Luiz Telles, diretor do Dapes (Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas) do Ministério da Saúde. “É uma postura crítica frente ao tema. A droga é barata; por isso, atinge principalmente os jovens das camadas mais baixas. Mas não se enganem, qualquer jovem é considerado um usuário em potencial, disse. 

Nestes sete anos, a cobertura oferecida pelo SUS na área de Saúde Mental aumentou de 21% para 60% da população, considerando o parâmetro de 1 CAPS para cada 100 mil habitantes. Hoje, o país tem 1.467 CAPS em funcionamento, o que representa um aumento de 246% em relação a 2002.

Os leitos psiquiátricos em hospitais, que servem para internações de curta duração para desintoxicação, também estão sendo ampliados. As medidas anunciadas este ano prevêem 2.325 novos leitos de referência para tratamento de álcool e drogas em hospitais gerais.
REDE E ATENDIMENTO - A Política Nacional de Saúde Mental do Ministério da Saúde oferece, além dos CAPS e leitos para internação, outros programas voltados aos dependentes de álcool e drogas. São eles:
• Casas de passagem: moradia transitória para pacientes que iniciaram o tratamento para dependência, mas necessitam de um espaço protegido para viverem durante um período limitado. Estão em funcionamento em alguns municípios, com previsão de ampliação em 2010.
• Consultórios de Rua: formado por uma equipe de psicólogos, enfermeiros e assistentes sociais para atender principalmente pessoas que moram na rua e que não costumam freqüentar os serviços de saúde. Nesta semana, o Ministério anunciou investimento de R$ 700 mil reais para apoio a Consultórios de Rua em 14 municípios brasileiros.
• Articulação saúde, arte, cultura e geração de renda: parceria importante estabelecida foi feita entre os ministérios da Saúde, da Cultura e do Ministério do Trabalho e Emprego. Até o momento, o MS apoiou 342 iniciativas;
• Centros de Convivência e Cultura: oferecem, especialmente aos usuários da saúde mental, espaços de sociabilidade, educação, produção cultural, sustentação das diferenças e intervenção na cidade. Existem 52 em funcionamento no país.
• Núcleos de Apoio à Saúde da Família: atualmente, 739 NASFs estão implantados no país, com 1.344 profissionais de saúde mental – assistentes sociais (478), psicólogos (602), médicos psiquiatras (76) e terapeutas ocupacionais (188).

O CRACK - Os dados mais recentes sobre o consumo do crack no país estão disponíveis pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID). Segundo pesquisa divulgada em 2005, 0,1% da população consome a droga. O Ministério da Saúde financia uma pesquisa inédita que vai mapear o perfil dos usuários da droga no Rio de Janeiro, em Macaé e em Salvador. Outro estudo vai avaliar as intervenções de tratamento de usuários de álcool e drogas no SUS, especialmente nos Consultórios de Rua (em 14 municípios). 

A droga é derivada das sobras do refino da cocaína e geralmente é vendida em pedras. Nenhuma outra substância ilícita vendida no país tem semelhante poder de dependência. Apesar de ser menos consumida que outras substâncias, como álcool, tabaco, maconha e cocaína, os danos causados por ela são tão graves que produzem a impressão de que o número de usuários é bem maior.

A droga surgiu nos Estados Unidos na década de 1980. O primeiro relato de uso no Brasil data de 1989. Desde então, o consumo da substância vem crescendo, principalmente nos últimos cinco anos. Um dos motivos é que o território brasileiro serve de rota para o tráfico internacional. A situação de vulnerabilidade social de muitos jovens e de moradores de rua, como a falta de moradia, também contribui para a disseminação da droga. Embora a substância seja consumida predominantemente por essa parcela da população, qualquer pessoa pode se tornar um usuário dela.

Os consumidores de crack são expostos a riscos sociais e a diversas formas de violência. Geralmente, quando os efeitos da droga diminuem no organismo da pessoa, ela sente sintomas de depressão e tem sensação de perseguição. Outros sintomas comuns são desnutrição, rachadura nos lábios, sangramento na gengiva e corrosão dos dentes; tosse, lesões respiratórias e maior risco para contrair o vírus HIV e hepatites.


Fonte: Ministério da Saúde.



Rev. Ielves Camilo – JUIZ TEM/GOPE-GOB.

ANO: XIII/2010.

Aumenta o Consumo do Crak e está Chegando um Droga mais Poderosa.



Droga mais poderosa que o crack pode chegar ao Brasil

O abuso de drogas psicotrópicas sintéticas é um fato na Europa e nos EUA. O Brasil, um país pouco “inovador” nessa área, tem seguido, com um certo atraso, as tendências de abuso de drogas que ocorrem nessas regiões, tanto que o ecstasy, embora já utilizado desde 1980 nos EUA, somente agora começa a ter adeptos brasileiros.

Porém, dentro dessa característica, destaca-se o consumo de metanfetamina (MT), um derivado da anfetamina. Introduzida na terapêutica em 1930 como descongestionante nasal, tornou-se uma droga largamente utilizada provocando várias “epidemias” de consumo no mundo devido a suas propriedades euforizantes, assim como suas ações em diminuir o apetite e o sono e aumentar o desempenho físico e intelectual. Um exemplo deu-se na Segunda Guerra Mundial, quando foi consumida por soldados alemães, ingleses e americanos para eliminar o cansaço e manter o vigor físico e a vigília. O Brasil não passou impune por essa onda, e, na década de 60, a MT era aqui vendida na forma de um medicamento de nome Pervitinâ, muito apreciado por jovens que dele faziam uso para aumentar sua capacidade produtiva.

Em pouco tempo, o Pervitinâ passou a sofrer abuso, originando vários casos de dependência descritos na literatura científica brasileira. Devido aos problemas causados, a MT foi banida no Brasil e em vários países da Europa, assim como nos USA. Porém, ela retornou ao cenário muito mais poderosa que anteriormente. Passou a ser fumada, da mesma forma como é feito com o crack, e conhecida, por essa via, como ice, chalk, speed, meth, glass, crystal etc. Por essa rota de administração, produz efeitos prazerosos intensos como: imensa euforia; aumento do estado de alerta, da auto-estima, da sexualidade; e diminuição da fome, do cansaço e da necessidade de dormir. Esses efeitos parecem ser desejáveis e controláveis, mas a droga tem um enorme potencial de dependência, e a “fissura” instala-se rapidamente. É comum o usuário que faz uso compulsivo apresentar: comportamento estereotipado, caracterizado por uma hiperatividade com desenvolvimento repetitivo, por horas, de certas atividades sem significado, às vezes acompanhada de ranger de dentes; síndrome coreica, com movimentos involuntários convulsivos, principalmente dos membros superiores, combinados a movimentos faciais assimétricos; confusão e delírios, e um progressivo estado psicótico indistinguível de esquizofrenia também se desenvolve com o uso crônico. Esses sintomas psicóticos podem persistir por meses ou anos, após o uso da droga ter cessado.

O uso crônico de MT também pode levar ao desenvolvimento de comportamento violento, caracterizado por ser bem mais intenso do que aquele observado com o uso do crack, em resposta aos delírios paranóides, expondo o usuário a situações de risco de vida. Nesses casos, é nítida a alteração da personalidade com irritabilidade e desconfiança de tudo e de todos. Com uso mais freqüente e prolongado, desenvolve-se a tolerância à sua ação euforizante; no entanto, o aumento crescente das doses produz um crescimento progressivo em seus efeitos comportamentais, como atividade locomotora, e também um aumento da ansiedade e da paranóia. Esse fenômeno é chamado de sensibilização e pode persistir por muito tempo, mesmo após a interrupção da droga.

O usuário de ice caracteriza-se por fazer uso da droga por horas ininterruptas ou mesmo dias, seguido por um período de parada, durante o qual sente extrema fadiga, exaustão, desorganização de idéias, hipersonolência, depressão e fissura, além de uma progressiva deterioração social e ocupacional. Problemas cardiovasculares são observados como: taquicardia, aumento da pressão arterial, podendo causar acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio, ambos com risco de morte.

Os efeitos da abstinência da droga são prolongados, iniciados, numa primeira fase que pode durar de 2-6 horas, por depressão, isolamento, hiperfagia, agitação, ansiedade e desejo imenso de dormir. Quando finalmente o usuário consegue dormir, assim permanece por 24-36 horas ininterruptas. O desaparecimento desses sintomas pode levar dias ou semanas, com freqüentes períodos de depressão, sonhos vívidos e “ fissura” pela droga.

A MT exerce seus efeitos indiretamente por elevar agudamente as quantidades de dopamina, noradrenalina e serotonina na fenda sináptica, aumentando a neurotransmissão monoaminérgica. O aumento da dopamina no sistema mesolímbico possivelmente é a origem das bases farmacológicas das propriedades reforçadoras da droga. Esse aumento das monoaminas na fenda sináptica dá-se por três mecanismos principais: bloqueia a recaptação das monoaminas, ligando-se às proteínas transportadoras desses neurotransmissores; promove a liberação desses neurotransmissores das vesículas armazenadoras localizadas nos terminais axônicos; e inibe a MAO, enzima que metaboliza as monoaminas. Estudos recentes em animais têm sugerido que a MT pode degenerar tanto neurônios dopaminérgicos quanto serotoninérgicos. Permanece para ser determinado se humanos expostos à MT também apresentam essa neurotoxicidade cerebral e quais as conseqüências funcionais dessa toxicidade. Além disso, a droga pode afetar as estruturas termorregulatórias do sistema nervoso central, podendo predispor os usuários à hipertermia.

Comparando-se os mecanismos de ação da MT e da cocaína, sabe-se que ambas bloqueiam a recaptação das monoaminas. Entretanto, o mecanismo íntimo desse bloqueio difere entre as duas drogas. De fato, a MT é capaz de ocupar o mesmo sítio que a dopamina na proteína transportadora localizada na membrana pré-sináptica. Já a cocaína age em outro sítio dessa proteína e, ao ocupá-lo, produz uma deformação alostérica do sítio da monoamina, impedindo, assim, a recaptação da dopamina.

A MT, quando comparada à cocaína, exibe diferenças em várias áreas que incluem duração de efeito, freqüência do consumo e duração do efeito compulsivo de repetir a droga. Por exemplo, a MT, dependendo da via de administração, varia de 4-8 horas, enquanto o efeito da cocaína é somente de 10-30 minutos. O crack (cocaína fumada) necessita ser consumido a cada 10-15 minutos, mas uma nova dose da MT, devido aos seus efeitos mais duradouros, só é necessária após horas. A duração média de um uso ininterrupto de crack é de 12 horas, porém, para o usuário de MT, é o dobro: 24 horas. O padrão de uso do ice é de 100-250 mg a cada 4-6 horas, por um período de 24-48 horas.

O ice ainda não foi detectado no Brasil, embora a MT tenha tido um papel importante nas décadas de 50 a 60 como droga de abuso. A sua detecção, como contaminante em comprimidos de Ecstasy comercializados no Brasil, demonstra que uma nova epidemia de consumo não está descartada. Porém, fica a pergunta ainda sem resposta: Por que o Ice ainda não despertou o interesse do consumidor brasileiro de drogas? Considerando todas as suas propriedades e seus efeitos de estimulante do sistema nervoso central, seria um forte concorrente do crack. Portanto, as autoridades brasileiras de saúde pública deveriam estar atentas para essa possibilidade.

Fonte: UNIFESP.



PROGRAMA MAÇONARIA CONTRA AS DROGAS-GOPE/GOB.

Rev. Ielves Camilo -Juiz TEM/GOPE-GOB
ANO: XIII/2010.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

DROGA NA VAGINA: CRIATIVIDADE DO TRÁFICO ou MANOBRA CRIMINOSA FEMININA?


Radiografia Diagnóstica: 
Droga Introduzida na Vagina...
(Reportagem no Link)





Análise de caso I: Tatiane Valerio da Silva, de 32 anos, foi presa em flagrante na manhã deste domingo quando tentava entrar no presídio Harry Amorim costa, de Dourados, com droga na vagina.

Os agentes desconfiaram do nervosismo dela. Ao ser questionada, Tatiane negou que estava com droga, mas eles acabaram descobrindo que ela levava um invólucro com maconha, na vagina.

Ela disse que foi ao presídio para visitar o interno Marcos Nascimento dos Santos, que cumpre pena na cela 11, do raio III, por tráfico de drogas. Foi presa e levada para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) de Dourados.

Análise de caso II: A doméstica G.S.G.S, 27 anos, foi presa em flagrante com pequenas porções de maconha escondidas no interior da vagina, durante patrulhamento realizado ontem, no Solo Sagrado, em Rio Preto. A droga estava envolta em um papel higiênico.

Acompanhada do servente, E.H.N., 23 anos, que estava com sete pedras de crack, G.S. alegou transportar a droga para seu próprio consumo.

Além do entorpecente, foram apreendidos R$20 reais em dinheiro. Com o servente, um aparelho celular e R$30 reais também foram encontrados.

Segundo Boletim de Ocorrência, E.H. já havia sido preso e processado por tráfico de entorpecentes, G.S. tinha passagem por tráfico.

Os dois foram presos e conduzidos até o Plantão Policial. As drogas apreendidas foram fotografadas e embaladas pela DISE.

Análise de caso III: A Polícia Militar prendeu três mulheres por tráfico de drogas em Mirandópolis. Ao todo, foram apreendidos 1,877 quilo de cocaína e 667 gramas de maconha. Segundo informações recebidas pela polícia, toda a droga teria como destino os presídios da cidade.

Em uma das ocorrências, Niceli do Nascimento Soares, 29 anos, de Campo Limpo Paulista foi detida com 220 gramas de cocaína na vagina e confessou que iria tentar entrar em uma penitenciária com a droga para entregá-la ao marido.

A maior apreensão aconteceu no final de semana. Lilian Melo Florêncio, 25, de São Paulo, foi detida logo que desceu de um ônibus, no terminal rodoviário de Mirandópolis. Ela estava com 1,032 quilo de cocaína e 152 gramas de maconha. A outra apreensãofoi em um bairro da cidade, com 6 mulheres detidas. Apenas Bruna Cristina Oliveira Silva, 22, de Franca, foi presa. (Juliano Silva/Folha de Araçatuba/ANJ).

Buscando elucidar situações e entender contextos e atitudes, esta postagem conta com sua participação para traduzir esta "prática comum entre as mulheres" no mundo do tráfico. Como entender a situação?...

Pare e pense:

A pobreza justifica a ação?...
É um problema de ordem social ou seria mais uma critiatividade criminosa?...
Antes de opinar, assista os Links e participe.


Programa Maçonaria Contra as Drogas - Em favor da Vida/GOPE-GOB.
Dr. Hailton Arruda - Coordenador Estadual
Rev. Ielves Camilo - Facilitador.


ANO:XIII/2010.



 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

PODE O USO DA MACONHA PROVOCAR ALGUMA COISA?...


Alterações Provocadas Pela Maconha
Considerações Gerais

A maconha, derivada da planta indiana Cannabis sativa, tem sido utilizada por mais de 60 milhões de americanos, incluindo 13% daqueles entre as idades de 12 e 17 anos. A droga geralmente é fumada, mas pode ser ingerida também por via oral.

O principal componente psicoativo é o 19-tetraidrocanabinol (THC). Após ter sido fumada, seus efeitos ocorrem em segundos ou minutos, com pico máximo em meia hora, e desaparecem em aproximadamente três horas. Após a administração oral, o início de ação é mais lento, mas os efeitos têm a duração de aproximadamente 3-5 horas.

Intoxicação

Os sintomas incluem euforia ou disforia, ansiedade, suspeita, risos inapropriados, distorção da sensação de tempo, retraimento social, comprometimento do juízo e os seguintes sinais objetivos: congestão conjuntival, aumento do apetite, boca seca e taquicardia.

Causa também uma hipotermia dose-dependente e discreta sedação. Freqüentemente utilizada com álcool, cocaína ou outras drogas. O tratamento da intoxicação habitualmente não é necessário. Pode causar despersonalização ou (raramente) alucinações.

Mais freqüentemente, causa um leve distúrbio delirante, usualmente persecutório, que raramente requer medicação. Em doses muito altas, pode causar um leve delirium com sintomas de pânico ou uma prolongada psicose por cannabis (pode durar até seis semanas). O uso crônico pode levar a ansiedade ou estados depressivos e síndrome apática amotivacional.

A dependência e a síndrome de abstinência são controversas - há, certamente, muitos indivíduos que abusam e apresentam dependência psicológica, porém a abstinência forçada, mesmo em usuários de altas quantidades, não causa de forma consistente uma síndrome de abstinência característica.

É considerada uma droga de entrada, que leva ao abuso de drogas mais pesadas. O teste de THC na urina é positiva por muitos dias após a intoxicação. Há diversas reações adversas que podem ocorrer como resultado do uso da maconha e levar o indivíduo a buscar atenção médica. Tais reações são semelhantes àquelas que surgem após o uso de alucinógenos.


Pânico Agudo: Uma reação de pânico tende a ocorrer em usuários sem experiência que acham a perda do controle de seus pensamentos bastante assustadora.

Esses indivíduos podem ser algo paranóides, e seus pensamentos podem parecer desagregados. Seu temor mais freqüente é de que eles nunca "voltarão ao normal".
O tratamento consiste em reassegurar ao paciente que ele não está ficando maluco, que os sintomas foram causados por uma dose excessiva de maconha e desaparecerão em algumas horas. O uso de medicação psicotrópica é desnecessário.

Delirium: Após uma dose elevada de maconha, os pacientes podem ficar confusos e desenvolver sentimentos de despersonalização e desrealização, alucinações visuais e auditivas e ideação paranóide.
Essa síndrome é mais comum após a ingestão oral de maconha, talvez porque possa envolver doses mais elevadas de THC. O tratamento novamente consiste em reasseguramento e observação cuidadosa para que o paciente não venha a agredir terceiros ou a ferir-se.

Experiências Recorrentes com Drogas ou Flash-Backs: Embora mais comuns com os usuários de alucinógenos, flash-backs reminiscentes de experiências anteriores com maconha podem ocorrer durante alguns meses após a última dose da droga. Os pacientes devem ser tranqüilizados de que esses eventualmente cessarão se eles permanecerem em abstinência à droga.

Abstinência: Leve dependência física foi descrita em indivíduos que utilizaram a droga cronicamente em doses muito elevadas. Os sintomas de abstinência podem incluir irritabilidade, insônia, sudorese, náuseas e vômitos. Não há necessidade de tratamento.



Fontes:
Manual de Emergências Psiquiátricas - 3a. Ed. – 1994
Manual de Psiquiatria Clínica - 1ª Ed. - 1992.


MAÇONARIA CONTRA AS DROGAS – EM FAVOR DA VIDA/GOPE – GOB.
Dr. Hailton Arruda – Coordenador Estadual
Rev. Ielves Camilo – Facilitador.
ANO:XIII/2010.

BELAS MULHERES e SEUS CORPOS MARAVILHOSO: NOVO ou VELHO INVESTIMENTO DO TRÁFICO?... (PARTE II)


 Patricinhas do Tráfico

Há um ano, a romena Georgeta Albu, 20 anos, estava prestes a acabar o ensino médio. A bela jovem estava namorando e planejava fazer faculdade de direito. Fluente em seis idiomas, poderia escolher qualquer país da Europa para trabalhar quando formada. Nessa época, nem de longe suspeitava que se envolveria em uma trama e que terminaria em uma cela com dez detentas, no Brasil, condenada por tráfico internacional de drogas.

Traficantes nigerianos viram na jovem a chance de lucrar mais de 1.000% ao levar cinco quilos de pasta-base de cocaína do Brasil para a Itália. Mulheres bonitas, de classe média e sem envolvimento com o crime, como Georgeta, são alvos cada vez mais frequentes dos aliciadores, diz a polícia. “Os traficantes procuram pessoas acima de qualquer suspeita, de boa aparência, que não despertem desconfiança”, diz o delegado do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) da Polícia Civil Luiz Andrey.

“Foi a tentação que me trouxe até aqui”, conta a romena, em português quase perfeito, aprendido no Brasil. Por tentação, entenda-se a chance de ganhar 2 mil. Mesmo recebendo mesada da mãe que foi para a Itália trabalhar para pagar seus estudos, Georgeta arriscou. Viajou a Itália, São Paulo e só viu o mar da costa pernambucana pela janela do avião. Acabou presa pela Polícia Federal (PF) no Aeroporto Internacional do Recife, há oito meses.


Vestindo calça jeans justa, uma regata branca e maquiada, ela e outras duas reeducandas, como preferem ser chamadas, despertaram olhares de inveja – e até de cobiça – dentro da Colônia Penal Feminina do Recife, na última quarta-feira, durante sessão de fotos. “A gente já sofre tanto aqui dentro que se arruma só para mascarar a tristeza”, diz Georgeta, que tenta manter a beleza mesmo sem os cremes e xampus que enchiam a penteadeira de sua casa, em Suceava, na Romênia. A maior saudade, porém, não é dos cosméticos, mas da família. Mesmo ganhando pelo trabalho como secretária na colônia, Georgeta ainda recebe mesada da mãe.

Vestindo um curtíssimo vestido preto, Anali Cordeiro, 24, também faz da vaidade seu consolo. O salão de beleza da colônia dá conta da escova no cabelo e da pintura das unhas, que paga com o salário que ganha trabalhando na lanchonete, mas ela ainda sente falta da depilação. “Só tem o básico aqui”, diz a moça, que, por necessidade, trocou a cera quente pela gilete na prisão. Antes de ser presa pela PF com dois quilos de cocaína, a então aluna de pedagogia transportava a droga com a confiança de quem nunca havia sido parada pela polícia. “Acho que entrei nisso por causas das amizades. Era muito dinheiro”, justifica-se.


AMOR BANDIDO

Patricinhas do tráfico, Georgeta e Anali são exceções. Entre as detidas por esse tipo de crime, a maioria é pobre e tem na sua história um amor bandido. “Os criminosos, mesmo os assaltantes, passam a lidar com tráfico quando são presos. Isso porque quem vai correr o risco são terceiros, que muitas vezes são mulheres”, afirma o delegado Carlo Marcus Correia, da PF. Essa estratégia pode ter ajudado no aumento de 233% da população carcerária no Estado, que passou de 300, em 2002, para cerca de 1.000 este ano. Entre essas detentas, uma em cada seis foi detida por tráfico.

O livro Amor bandido – as teias afetivas que envolvem a mulher no tráfico, da professora da Universidade Federal de Alagoas Elaine Pimentel, confirma a tese. “Não é só uma questão econômica. As mulheres entram para o crime também por afeto, pelo homem que amam, pela família”, afirma. Ela revela que, ao traficar, há mulheres que acreditam não estar cometendo crime algum. “O discurso mais comum é: ‘Crime é matar e roubar. Vendo a minha droga, só compra quem quer’”, diz.

A história de Ana Paula Silva, 25, parece ter saltado do livro de Elaine. Ela apaixonou-se por um criminoso aos 14 anos. Acusado de assalto e homicídio, o marido passou só o primeiro dos 11 anos do casamento em liberdade. “Nunca quis abandoná-lo para não ser covarde. Não precisava do dinheiro, só queria ajudá-lo”, diz. Com dois filhos e uma década após o início do romance, foi presa no fim de 2009. “Escutas me flagraram falando com meu marido no telefone. Eu não traficava diretamente, só levava um telefone ali, fazia depósito bancário”, conta ela, hoje a padeira da colônia, que garante ter posto um fim no amor que a levou para trás das grades.

Fonte: JC



MAÇONARIA CONTRA AS DROGAS - EM FAVOR DA VIDA/GOPE - GOB.
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Rev. Ielves Camilo - Facilitador.


ANO: XIII/2009.

domingo, 10 de janeiro de 2010

POLÍCIAS ESTADUAIS ATUANDO NA BATALHA CONTRA O TRÁFICO DE DROGAS...


Polícia em Ação...

 
Droga escondida sendo localizada e apreendida...




 

 

 

 




 

POLICIA FEDERAL: COT "Comando de Operações Tática" em COMBATE AO NARCOTRÁFICO


Vídeos informativo TV JUSTIÇA/Repórtagem e Coordenação:
TATIANA COCHLAR e o Dr. MARCELO TURBAY
Entrevista com o 
AGENTE LEANDRO LOPES - Pioneiro do COT 

 
Polícia Federal testa nova aeronave para vigilância no Paraná


A Polícia Federal iniciou nesta quarta-feira (15 JUL 2009), na Tríplice Fronteira (Paraná), a fase de testes de uma aeronave não tripulada que será usada para vigilância em ações de repressão ao crime ao longo da faixa de fronteira, na região oeste do Estado.

O veículo aéreo não-tripulado (VANT) foi adquirido em meio ao programa de aparelhamento da Polícia Federal, por US$ 20 milhões -cerca de R$ 40 milhões. A PF afirma ser a primeira polícia no mundo a utilizar o equipamento com o fim de inteligência -hoje, ele é operado como veículo armado por forças militares. Um voo experimental está programado para esta tarde.



A aeronave possui binóculos de visão noturna e é controlada remotamente em terra. Câmeras permitem visualizar de grande altitude o movimento de veículos e pedestres.
São 10 metros de envergadura e autonomia de voo de mais de 20 horas. Mais duas aeronaves como esta deverão ser adquiridas pela Polícia Federal, perfazendo um total de três.
Não há um prazo final para a fase de testes, que mobiliza Agentes de Polícia Federal da fronteira e de Brasília. A aeronave também ajudará a coibir crimes ambientais na região do Parque Nacional do Iguaçu.
O lançamento oficial acontece no próximo dia 23 de julho de 2009, com a presença do Ministro da Justiça Tarso Genro.








COT em Treinamento/Comando de Ações Tática


 Ações rápidas e precisa no Campo...

 
Homens selecionados/qualificados e treinados...

 
Cães Farejadores...


Por Terra, Rios ou Ar... O COMBATE HAVERÁ! 
http://www.youtube.com/watch?v=tdJeell67Dk







 Fonte: UOL Notícia


Maçonaria Cidadão: Com Mão Forte Ajudando Salvar Vidas!








GRANDE ORIENTE DE PERNAMBUCO - GOPE/GOB
Dr. Marcelo Braga Sobral - Grão Mestre

PROGRAMA MAÇONARIA CONTRA AS DROGAS - EM FAVOR DA VIDA/GOPE 
Dr. Hailto Arruda - Coordenador Estadual
Rev. Ielves Camilo - Facilitador


ANO: XIII/2010










LEI do ABATE: A Força Aérea no COMBATE AS DROGAS e ao NARCOTRÁFICO.


Avião Militar - Radar R99 ALFA/Força Aérea Brasileira no 
Combate Aeroespacial do Tráfico de Drogas...

 
 
O que é a LEI do Abate?... Como funciona?


No dia 3 deste mês, pilotos da Força Aérea Brasileira (FAB) dispararam tiros de advertência contra um monomotor que transportava 176 quilos de cocaína, em Rondônia, na região de fronteira do Brasil com a Bolívia. A ação só foi possível por causa da Lei do Abate, que entrou em vigor após ser ser regulamentada em 2004. 
Segundo a FAB, o Código Brasileiro de Aeronáutica, instituído em 1986 e modificado em 1998, trata dos casos em que uma aeronave pode ser submetida à detenção, à interdição e à apreensão por autoridades aeronáuticas, fazendárias ou da Polícia Federal. O 2º parágrafo, do artigo 303, diz que a aeronave considerada hostil, pode ser destruída sob autorização do Presidente da República ou por uma autoridade delegada por ele.
A lei em questão introduziu conceitos novos, tornando-se necessária a definição das expressões meios coercitivos, aeronave hostil e medida de destruição. Ademais, passou a ser imprescindível que o novo dispositivo fosse aplicado dentro de uma moldura de rígidos preceitos de segurança, com o pleno esclarecimento dos procedimentos e das condições em que a medida de destruição poderia ser executada. Todos estes aspectos demandaram a necessidade de regulamentação do citado dispositivo legal, por intermédio de um decreto presidencial. 
Com a modernização do sistema de defesa aérea e controle do tráfego aéreo brasileiro, ficou comprovada que as principais rotas de entrada de drogas ilícitas no Brasil ocorrem por meio de pequenas aeronaves. O entorpecente é levado para o interior do país e para países vizinhos, da Europa e para os Estados Unidos.
A falta da regulamentação da legislação específica, responsável pelo policiamento do espaço aéreo do país, tornava o trabalho de segurança aérea brasileira ineficaz, pois era eram ignoradas por pilotos de aeronaves clandestinas. Em muitas situações, apesar de ter-se chegado ao tiro de advertência, houve completa desobediência às ordens emitidas pela autoridade nacional.
O governo brasileiro, com o objetivo de garantir e aprimorar a segurança do país, começou a enviar efetivos militares para a Amazônia e a modificar a legislação do país para que as Forças Armadas possam atuar no combate ao tráfico terrestre, aéreo e fluvial.
Segundo a FAB, a Lei do Abate abrange somente o caso de aeronaves suspeitas de envolvimento com o tráfico internacional de drogas. Em razão do que prescreve a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o princípio de autodefesa, o governo brasileiro considerou necessária a regulamentação da lei para esse aspecto

A Aeronáutica informou que a aeronave que entrar em território nacional, sem plano de vôo aprovado, oriunda de regiões reconhecidamente fontes de produção ou distribuição de drogas ilícitas serão tratadas como suspeitas.

A outra hipótese é a omissão de informações sobre a identificação da aeronave para os órgãos de controle de tráfego aéreo ou o não cumprimento de  determinações das autoridades brasileiras. 
Identificada uma aeronave suspeita, ela estará sujeita a três tipos de medidas, aplicadas de maneira gradativa. Os aviões de interceptação da FAB serão acionadas pelo Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra).


PASSO I: O primeiro nível das medidas busca o reconhecimento à distância. Nesta etapa, os pilotos da aeronave de interceptação, sem serem notados, fotografam a aeronave interceptada e colhem informações de matrícula, tipo de aeronave, nível de vôo e características marcantes.

Confirmada a matrícula, o Departamento de Aviação Civil (DAC) verifica se a matrícula corresponde ao tipo de aeronave, o nome de seu proprietário, endereço, dados de identificação, validade do certificado de aeronavegabilidade, nome do piloto que normalmente a opera, licença, validade de exame médico, dados de qualificação e de localização. Se estiver regular, apenas será acompanhada.

Se não estiver regular, será feito contato em uma frequência internacional de emergência. Em seguida, serão feitos sinais visuais, de acordo com as regras estabelecidas internacionalmente e de conhecimento obrigatório por todo piloto.


PASSO II. Caso o piloto da aeronave suspeita não responda e não atenda a nenhuma das medidas acima, os pilotos de interceptação pedem por meio de todas as frequências de rádio disponíveis, que a rota do avião suspeito seja alterada. Isso também pode ser feito por meio de sinais visuais previstos nas normas internacionais. Em seguida, o piloto suspeito é orientado a pousar obrigatoriamente.

PASSO III. Se o piloto da aeronave clandestina não atender a nenhuma das medidas acima, os aviões de interceptação do Brasil poderão disparar tiros de advertência, com munição traçante, lateralmente à aeronave suspeita, de forma visível e sem atingi-la.

Após os procedimentos de defesa aérea adotados pelos pilotos brasileiros de interceptação é que a aeronave será considerada hostil. A partir deste momento, ela estará sujeita ao tiro de destruição.




Assita o Link disponível logo acima e 
conheça a Ação Contra as Drogas no País pela FAB  
em parceria com a POLICIA FEDERAL







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Dr. Marcelo Braga Sobral - Psicólogo/Grão Mestre

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ANO:XIII/2009.


MORTE PRECOCE PARA EX- FUMANTE...



Ex-Fumantes Ainda Morrem Mais Cedo...

Do Que as Pessoas que Nunca Fumaram.

Um novo estudo mostra que não ocorreu uma diminuição significativa nas taxas de mortalidade devido ao câncer de pulmão entre ex-fumantes. O estudo foi conduzido pelo Dr James Enstrom da Universidade da California, Los Angeles, Estados Unidos, e publicado na revista Epidemiology.

Foram acompanhados 51.343 homens e 66.751 mulheres da Califórnia, que se cadastraram na American Cancer Society para o estudo, em 1959, e que foram acompanhados por 38 anos.
O estudo comparou a taxa de mortalidade ajustada por idade, expressa como mortes por 1000 anos pessoa, entre todos os participantes que fumavam em 1959, mas que haviam parado de fumar até 1997, com a taxa de mortalidade de pessoas que nunca fumaram, durante este período de 38 anos.

Os resultados mostraram que o fato de parar de fumar durante o período estudado não levou a diminuição rápida ou direta tanto nos índices absolutos como nos índices relativos de morte por câncer de pulmão.
Por exemplo, a taxa de mortalidade por câncer de pulmão entre homens tabagistas cresceu de 1,558 para 1,728 para os fumantes, e de 0,127 para 0,133 para aqueles que nunca fumaram. Nas mulheres, a taxa de mortalidade pelo câncer pulmonar aumentou de 0,208 para 0,806 para as fumantes, e de 0,094 to 0,116 para aquelas que nunca fumaram.

Os pesquisadores dizem que os resultados explicam porque não houve uma diminuição substancial no índice de mortalidade causado pelo câncer de pulmão, e porque as taxas de mortalidade estão aumentando entre as mulheres - acreditam que o risco de câncer pulmonar possa ser evitado pelo fato de nunca fumar, ou deixar de fumar e aguardar um longo período de tempo>.

Ainda, presume-se que após um período de seguimento ainda mais longo que o apresentado, os índices de mortalidade de ex-fumantes e de pessoas que nunca fumaram irá convergir, como uma conseqüência do abandono do tabagismo.

Este estudo contradiz trabalhos anteriormente publicados, que mostraram que a suspensão do tabagismo antes da meia-idade levava a uma diminuição acentuada do risco de câncer pulmonar, quando comparados com aquelas pessoas que mantinham o hábito do fumo.

Fonte: Epidemiology



Programa Maçonaria Contra as Drogas - Em Favor da Vida/GOPE - GOB.
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ANO:XIII/2010.

SUBMUNDO DO TRÁFICO - (In)Justiças com as próprias mãos: VERDADE NUA e CRUA!...

TRAFICANTE RICO – FINAL TRÁGICO:
Uê, morre carbonizado dentro de presídio...
executado por Fernandinho Beira Mar.

Mas como todos os traficantes, Uê não pôde gozar do que o crime lhe deu. No dia 11 de setembro de 2002, por ordens do chefe do CV, Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, Uê é morto e tem seu corpo carbonizado dentro do presídio Bangu 1, em Gericinó.

Ernaldo Pinto de Medeiros atuava como um "atacadista" de drogas. De acordo com dados da Polícia Federal, seus negócios movimentavam R$ 20 milhões por ano. Os bens do traficante foram avaliados em R$2,3 milhões. Em sua lista de bens, constam sete imóveis e 13 carros, além de 11 contas bancárias utilizadas pelo grupo do traficante.

A mansão em que a mulher e os filhos do criminoso moravam, num condomínio no Recreio, foi avaliada em R$700 mil. Na Estrada da Pedra de Guaratiba, o sítio da família, de R$ 400 mil, era a menina-dos-olhos de Uê. O terreno tem aproximadamente cinco mil metros quadrados. Nesta área fica a casa principal, com cinco quartos, e uma casa menor, para o caseiro. Um campo de futebol e um parquinho para as crianças, além da piscina, eram as áreas de lazer do local. Uma casa de dois andares do traficante em Muriqui também entrou na lista da Justiça.


 




O tráfico de drogas não libera quem pisa na bola. A lei do tráfico é cruel e exterminadora quando algum componente desse sub-mundo resolve contrariar as ordens de um chefe ou até mesmo do seu "patrão". Este é mais um exemplo de jovens que são fuzilados ou até mesmo queimados vivos depois de uma "quebrança" no seu superior na hierarquia do tráfico de drogas.
Fotos: J. Cláudio


"Mula" - A serviço do tráfico...




O SUBMUNDO das DROGAS + CONSUMO de DROGA = MORTE!




Seminário de Prevenção Continuada das Drogas
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ANO: XIII/2010







BELAS MULHERES e SEUS CORPOS MARAVILHOSO: NOVO ou VELHO INVESTIMENTO DO TRÁFICO?... (PARTE I)

AS BELAS DO TRÁFICO (ou PATRICINHAS do Tráfico) – AMOR BANDIDO
Mulheres bonitas, de classe média e sem antecedentes criminais são utilizadas cada vez mais pelos bandidos na tentativa de driblar o trabalho da polícia... 



"Belas mulheres com corpos milionários"... Verdadeiras MALAS AMBULANTES!



Problema número um de saúde pública do século XXI, o tráfico de drogas é também o negócio que mais movimenta dinheiro em todo o mundo. Não se consegue calcular quantos infinitos milhões de dólares circulam de um lado a outro do planeta através do pó mágico da cocaína, da erva da maconha, das pílulas de ecstasy ou de outras substâncias químicas. Estas prometem aos deprimidos e entediados seres humanos o paraíso das sensações artificiais de bem-estar, euforia e prazer. Portanto, não têm preço.

Ultimamente, no afã de transportar de um lado para outro as inebriantes drogas, o tráfico descobriu novo veículo: o corpo das mulheres. Não é de hoje que mulheres de todas as idades, de meninas quase crianças a senhoras respeitáveis, servem de "mula" para o tráfico. Ou seja, aceitam levar na bagagem um determinado contingente de droga em troca de remuneração (alta) a combinar. Agora, porém, parece que a bagagem não é mais meio de transporte tão seguro. A polícia anda alerta, os cachorros têm bom faro e a droga vai sendo descoberta mais frequentemente do que seria de desejar.

As "mulas" acabam presas e o prejuízo para o traficante é enorme. Buscando um transporte mais imponderável e seguro, é agora nos próprios corpos femininos que a droga se aloja para chegar sã e salva a seu destino. Nas mais de dez mil mulheres que foram identificadas realizando esse tipo de ilegalidade na enorme via de mão dupla que se formou entre a América Latina e o hemisfério norte, quase 80% guardam o mesmo perfil: são jovens, bonitas e de classe média. Para carregarem seu precioso fardo, as belas moças aceitam fazer incisões cirúrgicas no próprio corpo, escondendo sob a pele mercadorias ilegais como cocaína e ecstasy. Pelo serviço, de acordo com a quantidade transportada e o tipo da mercadoria, recebem gordas quantias: nunca menos de US$ 1 mil podendo mesmo chegar a US$ 15 mil. Para carregar a cocaína elas entregam ao bisturi as coxas e os seios.

Ali, naquelas partes do corpo feminino criadas e destinadas ao amor, ao carinho, à nutrição dos filhos, alojam-se quantidades gigantes de pasta de coca, que comprada a U$ 2000,00 o quilo em países latino-americanos podem chegar a ser revendidas na Europa por U$ 100 000. As cirurgias são realizadas em clínicas clandestinas bem escondidas em algum ponto de países latino-americanos. Dali as moças partem em direção à perigosa viagem que pode ser sem volta devido à carga milionária que levam nas entranhas. Já as pílulas de ecstasy se acomodam melhor no aparelho digestivo, seja no estômago ou no intestino, provocando graves distúrbios que afetam a saúde da mulher para sempre ou a levam inclusive à morte. A gravidade do fato espanta e provoca perguntas que não querem calar.

Como mulheres jovens e bonitas são seduzidas pelos traficantes? Por que uma moça jovem e bela, que teria tudo para ter uma vida intensa e realizada procura tal descaminho deixando retalhar o próprio corpo para transportar droga. A resposta, veiculada recentemente por importante revista brasileira, torna ainda mais triste o fato já de si tão tenebroso. O tráfico em geral consegue aliciar as mulheres que têm algum ponto vulnerável ao nível dos afetos, ou estão passando por algum momento difícil em suas vidas. Os aliciadores do tráfico ganham por cada mulher recrutada, o que os estimula a investir na busca da quantidade cada vez maior para gerar lucros expressivos. Aonde vão eles buscar suas vítimas? Em shopping centers, filas de emprego e até mesmo portas de hospitais. Nesses lugares, seu olhar cúpido poderá identificar mulheres bonitas que sonhem conhecer o exterior, mas não possuam recursos suficientes para tal. Ou então mães solteiras com filhos doentes sem recursos para tratá-los.

Essas parecem as mulheres mais fáceis de serem convencidas. A angústia com a vida dos filhos as podem levar facilmente a procurar saídas desesperadas como transformar o próprio corpo em lugar de carga para a droga sem pensar nas conseqüências. Muitas igualmente estavam desempregadas ou sem atividade regular remunerada. O desespero de não ter como garantir a sobrevivência as faz dizerem sim à proposta do traficante. O ingrediente da beleza corre por conta de poder mais facilmente captar a benevolência da polícia ou de outras instancias que pudessem impedir a conclusão da ilegalidade. Mulheres bonitas têm mais chance de burlar a fiscalização. Dignas de toda compaixão são essas belas "mulas" que vendem seus corpos e sua dignidade em um tipo de prostituição mais vil do que qualquer outro. Mas digna de toda indignação ética é a situação de uma humanidade que leva mulheres criadas por Deus para o amor e a maternidade a buscar um salto qualitativo na vida através de desvio tão profundo e equivocado!


Fonte: JC/10 de Janeiro de 2010.




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